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Diversidade cultural: Conheça as diferentes festas de carnaval do país

Estamos a pouquíssimo tempo de iniciar o carnaval (os mais adiantados já estão caindo na folia) e se tratando da data o Brasil e sua riquíssima diversidade cultural oferecem festas nos quatro canto do país para diferentes tipos de gostos e bolsos, claro! Aproveitando a deixa, vamos falar um pouco sobre algumas das diferentes festas que encontramos por aqui.

carnaval salvadorO Carnaval da Bahia, (mais precisamente de Salvador) começou a evoluir a partir da diferença entre as classes sociais – carnaval de rua contra carnaval em clubes privados – resultando em uma inversão da ordem social, tornando uma celebração. O Carnaval de Salvador começa 6 dias antes da quarta-feira de cinzas ou numa noite de quinta-feira. Em 2005, foi considerado o maior carnaval de rua do mundo pelo Guinness Book. Os foliões festejam em três principais circuitos: Dodô (Barra-Ondina), Osmar (Campo Grande-Avenida Sete) e Batatinha (Centro Histórico). Há também Carnaval nos bairros da cidade como em Cajazeiras, Itapuã, Periperi, Plataforma e Pau da Lima. Durante o evento, dezenas de cantores famosos desfilam nos trios elétricos fazendo a festa da galera. Cerca de dois milhões de pessoas participam das festividades anuais que duram quase uma semana, mergulhando na música e na dança. Durante dezesseis horas por dia a cultura popular brasileira atinge a sua máxima expressão.

Hoje quem quiser usufruir das festividades soteropolitanas tem duas opções, ou investe um alto valor em abadás, que simbolizam a união de cores diferentes e, os padrões e logotipos pertence à um Bloco carnavalesco ou pode buscar alternativas mais econômicas frequentando as pipocas e os trios sem corda.

olindaEm  Olinda, Pernambuco, a festa é reconhecida mundialmente pelos desfiles dos “Bonecos de Olinda” –  bonecos de mais de dois metros, coloridos e de fácil localização, que saem às ruas junto com os foliões -. É realizado no Centro Histórico da cidade. Reúnindo mais de um milhão de pessoas, durante o evento, com participação de mais de 500 grupos carnavalescos. Entre as suas atrações, ostenta dezenas de bonecos gigantes, sendo o mais conhecido deles o O Homem da Meia-Noite, que está nas ruas desde 1932 e é responsável por dar início, oficialmente, às zero hora do sábado de Zé Pereira, ao carnaval olindense. Além dos tradicionais blocos e troças que percorrem suas ladeiras, embalados pelo ritmo do frevo. São exemplos destes a Pitombeira dos Quatro Cantos, fundada em 1947, quando um grupo de rapazes desfilou pelas ruas da Cidade Alta cantando e empunhando galhos de pitombeira; e o “Elefante de Olinda”, fundado em 1952 por um grupo de rapazes da Cidade Alta, que durante o Carnaval saíram pelas ruas com um elefante de porcelana cantando uma música improvisada em homenagem ao animal. A grande concentração destes blocos e troças se dá na frente da Prefeitura Municipal, onde pode-se encontrar o maior número de foliões por metro quadrado. A festa segue mais ao estilo carnaval de rua, e para participar dos blocos basta caprichar na criatividade para montar sua fantasia.

galoJá em Recife a festa é diversificada e trazendo a junção entre carnaval de rua, desfiles de agremiações carnavalescas e apresentações de cantores e conjuntos musicais em palcos. O Recife possui o maior bloco carnavalesco do mundo, o Galo da Madrugada, que se apresenta no sábado de carnaval, ou “Sábado de Zé Pereira”.
Em fins do Século XVII havia organizações, denominadas Companhias, que se reuniam para comemorar a Festa de Reis. Essas companhias eram constituídas em sua maioria de pessoas de raça negra, escravos ou não, que suspendiam seus trabalhos e comemoravam o dia dos Santos Reis.
No Século XVIII apareceu o Maracatu Nação, chamado Maracatu de baque virado, que encenava a coroação do Rei Negro, o Rei do Congo. A coroação era realizada na Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Igreja do Rosário dos Pretos).
Com a abolição da escravatura, começaram a aparecer agremiações carnavalescas baseadas nos maracatus e nos festejos dos Reis Magos.
O primeiro clube carnavalesco de que se tem notícia foi o Clube dos Caiadores, criado por Antônio Valente. Os participantes do clube compareciam à Matriz de São José, no bairro de São José, executando marchas. Seus participantes, levando nas mãos baldes, latas de tinta, escadinhas e varas com pincéis, subiam os degraus da igreja e a caiavam (pintavam), simbolicamente.
No Século XX o Recife já dispunha de diversas sociedades carnavalescas e recreativas, entre elas dois clubes (ainda hoje existentes): o Clube Internacional do Recife e o Clube Português do Recife, inicialmente denominado Tuna Portuguesa, além da Recreativa Juventude.
O carnaval de rua realizava-se nas ruas da Concórdia, Imperatriz e Nova, com desfiles de mascarados (os papangus 2 e as máscaras de fronha).

carn-manausEntre os principais eventos de Manaus está o tradicional desfile de fantasias, (que acontece na Avenida Eduardo Ribeiro, próximo ao Centro histórico de Manaus), e o desfile de escolas de samba, além do Carnaboi.
O primeiro desfile oficial de escolas de samba em Manaus ocorreu em 1947, sendo que a Escolaaboi Mixta da Praça 14 foi a campeã. Até 1979 os desfiles eram realizados na Avenida Eduardo Ribeiro. De 1980 a 1990 passou à Djalma Batista, Zona Centro Sul e a partir de 1992 no Centro de Convenções (Sambódromo), o que possui a maior capacidade de público do Brasil (100 mil pessoas), localizado na Zona Centro-Oeste há 9 km do Rio Negro. Segundo o livro É tempo de sambar, a História do Carnaval de Manaus, de Daniel Sales. a pista do sambódromo possui 400 metros de extensão e 12 de largura. sendo que os desfiles das escolas de samba são sexta, sábado e domingo. E o Carnaboi, evento que reúne vários levantadores de toadas e bois, fecham o carnaval Manauara que se inspira muito no Festival Folclórico de Parintins.

carnaval-sapucaiDurante todo o período colonial as diversões que aconteciam na cidade do Rio de Janeiro durante o carnaval não diferenciam daqueles presentes em outros centros urbanos brasileiros. Toda uma série de brincadeiras reunidas sob o termo Entrudo podiam ser encontradas nas ruas e nas casas senhoriais da cidade. No final do século XVIII, essas diversões consistiam basicamente no Após a Independência do Brasil, a elite carioca decide se afastar do passado lusitano e incrementar a aproximação com as novas potências capitalistas. A cidade e a cultura parisienses serão os parâmetros a guiar as modas e modos a serem importados. Atualmente, seu carnaval é oficialmente considerado o maior do mundo, pelo Guinness Book, com aproximadamente 2 milhões de pessoas por dia nos blocos de rua.

A partir das duas semanas anteriores ao carnaval, as ruas do Rio de Janeiro, são tomadas por um grande número de blocos e bandas que carregam dezenas de milhares de foliões e fazem da cidade um grande baile popular sem cordas e aberto a quem quiser chegar.

Além dos tradicionais desfiles das Escolas de Samba que  adquiririam grande proeminência a partir da década de 1950, com a incorporação da classe média aos desfiles, consequência da aproximação entre as escolas e intelectuais de esquerda. A partir daí elas galgaram os degraus do sucesso até se tornarem o grande evento carnavalesco nacional.

carnaval2012_mocidade_foto_josecordeiro_010Assim como no Rio de Janeiro, São Paulo também apresenta desfiles de Escolas de Samba que ocorrem no Sambódromo do Anhembi. As comemorações carnavalescas e o próprio samba diferiam pouco do Rio de Janeiro para São Paulo, exceto por uma nítida diferença de andamento, ou seja, a grosso modo, de velocidade, de tempo da música. O sambista paulista, acostumado à árdua lida nas lavouras de café e migrando para a cidade para o trabalho operário, fazia o que Plínio Marcos denominou de “samba de trabalho, durão, puxado para o batuque”, contrastando com o lirismo e a cadência do samba carioca. Além disso, o samba paulistano era decisivamente influenciado por outros ritmos fortemente percurssivos, como o jongo-macumba, também conhecido por Caxambú. Data dessa época o início da relação entre o Carnaval e o direito: a repressão policial sofrida pelos sambistas, feita de forma dura e sem critério. Os sambistas, não só no Carnaval, mas durante todo o ano, eram vistos como vagabundos, marginais que eram duramente perseguidos pelas autoridades. Recentemente São Paulo também vem abrindo espaço para os blocos de rua, que são gratuitos e já estão se incorporando na cultura da cidade.

carn ouro2O Carnaval de Ouro Preto é o carnaval mais tradicional de Minas Gerais, sua história remonta o século XIX. A cidade conta com mais de 300 repúblicas estudantis e era comum a utilização destes espaços para festas e hospedagem de turistas que, de acordo com a Universidade Federal de Ouro Preto, eram realizadas com acompanhamento do Ministério Público Federal e Estadual diante de autorização prévia da Universidade. Os recursos obtidos eram revertidos na manutenção e conservação das moradias. Em Dezembro de 2013, no entanto, a UFOP comunicou a proibição da venda de hospedagem nas repúblicas federais da cidade, em função de uma determinação judicial, que atendeu a um pedido da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais, Regional Circuito do Ouro.
O Carnaval da cidade de Ouro Preto conta com a participação de diversos blocos carnavalescos organizados que sobem as ladeiras da cidade, se reunindo na Praça Tiradentes.
Ouro Preto conta com o mais antigo bloco carnavalesco do Brasil – “O Zé Pereira dos Lacaios”, fundado no ano de 1867, que com seus catitões (bonecos gigantes) animam a festa.

Première Visión São Paulo – Moda, Indústria e Novos Caminhos

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Aconteceu nos últimos dias 12 e 13 de maio a Première Visión São Paulo, feira que apresenta os principais lançamentos do segmento têxtil para o Inverno 2016 e Verão 2017.  A feira, que é uma edição da versão principal, a francesa, também apresenta dois seminários; o Focus, que reúne tudo o que já deu certo da versão apresentada em Paris, ou seja o que o mercado aderiu, o que foi comprado para o próximo inverno e o Preview, que apresenta uma pesquisa feita com base em diversas frentes, tais como os lançamentos musicais, de cinema e tv, a resposta das ruas ao momento socio-político, o inconsciente coletivo, os desejos de consumo e mais outras tantas vertentes que ajudam a “prever” o que o público desejará no verão 2017. Uma feira como essa define, ou para não ser tão incisiva, sugere o que o mercado vai consumir nas próximas estações. Na Première você encontra as equipes de criação das principais confecções do país buscando referências e fazendo suas primeiras compras de matéria-prima.

Além da feira em si e dos seminários, também acontecem algumas discussões sobre diversos assuntos, como foi o caso do debate “Criatividade e o novo mercado de moda – possibilidades, oportunidades e descobertas”, capitaneado por Olivia Merquior, coordenadora de moda da Première, com Ivna Barreto, gerente de marketing da Canatiba Denim Industry, Laura e Lorena Andrade, estilistas da Llas e Leandro Elias Miguel, diretor comercial da Vert, que discutia responsabilidade socio-ambiental e como essas três empresas estão fazendo para se adaptar a uma realidade que precisa ser mais sustentável, como reaproveitamento de água e controle de resíduos e ainda a garantia de melhores condições para os trabalhadores de fábricas, até uma preocupação com o impacto indireto que uma confecção causa na comunidade.

Batalha de Rainhas

Rio de Janeiro e São Paulo. Duas das mais importantes cidades do Brasil, que se amam e se odeiam. Essa rixa sem motivo é antiga e não tem data para acabar, então aproveitando o motivo carnavalesco, vamos jogar mais lenha na fogueira e ascender a dúvida: quem tem as melhores Rainhas de Baterias, as escolas de samba paulistanas ou as cariocas?

Vamos ao ringue:

Para começar a batalha vamos com duas morenas de tirar o fôlego: defendendo a cidade maravilhosa, Raissa de Oliveira, rainha da Beija-Flor e não deixando barato na terra da garoa, a Camila Silva, da Vai-Vai. Quem pontua para sua capital?

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Duas rainhas de belezas diferentes disputam essa: a diva global Christiane Torloni representa a Grande Rio, enquanto a musa da boa forma Tatiane Minerato defende a Gaviões da Fiel.

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Defendendo a carioca do verde e rosa, Mangueira, temos Evelyn Bastos enquanto que a representante da gloriosa da Zona Norte paulistana Acadêmicos do Tucuruvi é representada por Nadege Delduque.

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O que Viviane Araújo e Gracyanne Barbosa tem em comum? Ambas são rainhas de bateria de escolas de samba consagradas do grupo especial do Rio e de Sampa, respectivamente. Viviane desfila para a Salgueiro, já Gracyanne, para a X-9 Paulistana.

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Para fechar nossa batalha com chave de ouro: duas deusas. De um lado a maravilhosa Juliana Alves representando a Unidos da Tijuca, já pro lado dos paulistas, a loirinha musa Ellen Roche, pela Rosas de Ouro.

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Muitos corpões, brilho e samba no pé, mas qual capital tem rainhas de bateria que conquistam pelo carisma e tem aquele charme a mais que envolve o público e ajudam suas escolas?

 

A Têca mistura o art nouveau dos anos 20 ao estilo gipsy dos 70.

Para o inverno 2014 da Têca, Helô Rocha trouxe o perfume do art nouveau com estampas florais e shapes orgânicos misturados a uma pegada mais gipsy, combinando bem as décadas de 20 e 70.

A estilista continua apostando em vestidos longos e vaporosos, transparência, cintura marcada e muita seda. As estampas trazem motivos florais como nos abajures dessa famosa escola artística, enquanto as modelagens super fluidas remetiam a uma idéia setentista. Na alfaitaria ainda aparecem vestidos mini em tecidos mais rígidos e aparecem com bordados e aplicações. Na cartela de cores, o verde é o protagonista acompanhado do preto, marinho, dourado, fendi e um laranja meio acobreado, quase como um tom de goiaba.

Completam o stylist, clutchs de metal com franjas de corrente e borlas criadas por Caio Vinicius e mais cintos com fivelas formando arabescos com pedraria, brincos statement e colares. Chapéus de feltro com aba grande e alkle-boots arrematavam os looks.

Por Babi Jácome

Fotos Dorival Zucatto

O contraponto do glamour x austeridade da Acquastudio.

Os anos 40 foram a inspiração para a coleção de inverno 2014 da ACQUASTUDIO de Esther Bauman. A grife  teve como ponto de partida as silhuetas dessa época e trabalhou, com shapes longilíneos e estruturados a forma do corpo. A coleção trouxe uma mulher construída com a estética do pós-guerra, elegante, austera, forte e ao mesmo tempo super feminina, como as divas retrôs e especialmente a atriz e cantora Marlene Dietrich.

Vestidos e conjuntos de saia e blusa apareceram em modelagens completas e secas, com peplums, comprimentos midi e longos e sobreposições como pelerines e casaquetos compondo os looks em tons de rosa, nude, preto e vermelho, transitando também nos tons de cinza, na cartela de cores. O trabalho com transparência em tule e bordados artesanais em prata e chumbo criaram formas geométricas e trouxeram à tona a nostalgia e o glamour daquela década.

O styling ainda contou com sapatos divididos em scarpins e abotinados, produzidos com telas metalizadas, lã e verniz.

Por Babi Jácome.
Fotos Dorival Zucatto

Documentário PIT revela os bastidores do trabalho dos fotógrafos brasileiros durante as fashion weeks

Nessa época de largada ao calendário da moda, os profissionais da área ficam em cólicas; seus trabalhos se multiplicam e, mesmo assim, eles são pouco reconhecidos. Dessa vez, porém, o diretor de imagem Alan K. decidiu mudar um pouco essa recorrente situação e investiu na produção de PIT, um documentário de homenagem aos fotógrafos de passarela, principalmente.

DESFILE DA GRIFE DO ESTILISTA JOÃO PIMENTA NO SPFWFotógrafos em ação no pit do desfile de João Pimenta durante a São Paulo Fashion Week, Verão 2013 ©Reprodução

O filme, que estreia hoje, 21, no Teatro Itália, em São Paulo, mostra a dura tarefa desses criadores de uma faceta glamourosa para as fashion weeks, com a repercussão de imagens que nos revelam as novas coleções e propostas das marcas. Dele participam Paulo Martinez, editor de moda da revista ffwMAG!, Marcelo Soubhia, coordenador da Agência Fotosite, e os fotógrafos Alexander Schneider, Cláudia Guimarães, Fernanda Calfat, Fernando Souza, Márcia Fasoli, Márcio Madeira, Oswaldo F., Rafael Chacon, Samuel Chaves e Zé Takahashi.

A seguir, confira o trailer de PIT, que, contando, ainda, com a participação da jornalista de moda Rozze Angel, do editor de imagem Danilo Grimaldi e do iluminador Tato Corbett, deve ser exibido em faculdades de fotografia e moda, após o lançamento oficial.

Apresentação PIT – Teatro Itália
Dia 21 de outubro (com abertura da exposição às 19h e projeção às 21h)
Local: Av. Ipiranga, 344, São Paulo, SP
Lugares marcados

Por Vítor Henrique

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