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Category Archives: Casa de Criadores

Casa de Criadores Verão 2015 – Primeira noite

Igor Dadona 

O queridíssimo da noite e promessa evidente do mercado de moda masculina, Igor levou o público, uma legião de fãs e admiradores trajando a última coleção do estilista, à loucura. A coleção de verão 2015 falou sobre o amor na visão do próprio designer – uma visão que nem é bonita, brincou nos bastidores. “Quando uma pessoa se aproxima da outra e o envolvimento termina, essa pessoa perde uma parte dela”, assim Igor trabalhou a desconstrução das peças, em mangas que amarram à cintura e paletós que viram calças e saias, para destacar o desmoronamento do coração. O mistério da intimidade é o paraíso de Dadona. Como pode ser comprovado em todas as suas criações. Nesta edição, os bordados simbolizaram o músculo cardíaco despedaçado e rosas negras foram lançadas para brincar com a dualidade e o paradoxo da conquista e do luto. Sem sair da base original, a cartela transitou entre o preto, o branco, off-white, cinza e prata, como o brilho do primeiro encontro que vai apagando num cortejo sombrio, em sarjas resinadas para o verão e malhas leves compondo texturas pesadas.

Gustavo Carvalho 

A primavera/verão 2015 da Gustavo Carvalho foi a primeira coleção após a abertura da marca. O desfile questionou a raiz e a base do estilista, sob o tema “Intrínseco”. Fragmentando a nomenclatura, “aquilo que nasce conosco” revelou a aura jovem e a modelagem contemporânea, direcionadas a um novo público. Cortes, dobras e cores primárias que evoluíram para novas cores e brincaram com as formas foram o toque das peças. O estilista focou nas mulheres rápidas e que vivem nas ruas. A cartela com vermelhos, azuis e amarelos abraçaram tons de pérola, para a limpeza visual da forma, mais seca, evoluindo para duas estampas fundamentadas em linhas geométricas, inspiradas em obras de artistas mineiros, e chegando no dourado de peças que trazem o máximo da modelagem da coleção, trabalhada em tecidos tecnológicos como couros sintéticos, brincando com as padronagens em poás contemporâneos, e texturas acetinadas na alfaiataria urbana, com pregas, calças e tops para realçar a cidade feminina masculinizada.

Gralias 

Com coleções sempre muito coloridas e um universo lúdico infinito por trás da criação das peças, as estilistas viram na Ilha de Escanxiga, um lugar isolado onde ninguém pode sair e nem entrar, a graça da criatividade dos habitantes ao reinventarem a maneira de se relacionar. O comércio acaba transformando os produtos clássicos e garantindo o consumo.  Artigos de antigüidade ficam de cara nova, por exemplo, e emprestam o conceito às roupas da coleção, que também foi buscar influência do Bairro do Bexiga, onde fica o estúdio das designers. Gralias levantou tradições em estampas com versões modernas como pied-de-poule, poá, xadrez e estampa animal. Com bordados e modelagens atuais. A camiseta virou vestido, a calça comum ficou requintada e os acessórios de cortinas compuseram o styling com galochas estilizadas. O fundo acinzentado deu espaço para amarelos, azuis, laranjas, pink e verde em uma cartela de cores abrangente, em tecidos tecnológicos texturizados em formas geométricas e sarjas resinadas.

Gefferson Vila Nova

Inspirado nos pássaros do paraíso e no dismorfismo sexual dos punks, o estilista levou uma coleção original à passarela. Sem plumas, a referência às aves partiu para as cores dos animais e da confusão em tentar descobrir qual o macho e a fêmea. As peças em formas orgânicas, sofreram influência da ultima coleção, e se integraram à cena urbana em azul, cobalto, magenta, verde, petróleo, laranja, amarelo, dourado e estampas florais em tecidos em bases de algodão e laminados.

Karin Feller

A coleção de verão foi inspirada no Mercado Municipal de São Paulo, nos elementos decorativistas do ambiente e em toda a estrutura envolvida no abastecimento de mercadorias, como caixas e caminhões, por exemplo. A vida de quem trabalha nos bastidores do Mercadão e quem atua diretamente com os consumidores serviram de referência para o styling. A estamparia contou com “gatos ladrões de peixe”, com toques florais e rococó, com a arquitetura do prédio e filetes das carrocerias dos transportes dos produtos, um toque nordestino às peças. Os acessórios trabalharam a idéia de temperos e ervas vendidas no lugar. A cartela vem suave, em tons de areia, e vai ganhando cor gradativamente, pontuadas por azul, verde, rosa e salmão em algodão maquinetado, crochê e viscose.

Luiz Leite

A fauna e a flora foram o destaque da coleção do estilista. A camuflagem das peças envolveu artigos da natureza e estampas de animais, tinturadas a seco, no avesso, em amarrações e tridimensionais nos amassados, para fugir do militarismo. A cartela de cores uniu caquis, marrons e verdes em silhuetas carrot, em calças curtas com camisetas amplas em sarja e elastano.

Rober Dognani

Na vontade de promover uma coleção 100% conceitual, o estilista fugiu do comercial ao propor peças sem tema, idéia, planejamento ou gênero. A criação foi fluindo sem costura, moldadas à mão, em algodão e látex para uma silhueta artística, simulando vértebras, artérias, ligamentos e a desconstrução da carne. Numa briga com a forma, na qual o próprio estilista se diz não sair vencedor. A cartela envolveu pigmentos amarelos, azuis e vermelhos, pontuados em branco e preto. Na passarela, o destaque para a coreografia, forte elemento para um show memorável.

Jadson Raniere

A coleção se inspirou na camisaria masculina e nos aventais de garçom e transformou vestidos com silhueta amplas e soltas do corpo em uma cartela de cores em prata, branco, vermelho e preto. Na passarela, roupas feitas em base de algodão, cetim e neoprene.

AP 401 – Lucas Barros

A coleção intitulada “Praia Artificial” partiu do resgate de elementos naturais e urbanos do ambiente litorâneo. Guarda-sóis, cadeirinhas, conchas e areia deram o toque criativo às peças, transformando os tecidos e a modelagem em estrutura arquitetada em pregas. A textura molhada da areia e do cascalho foi reinventada em cristais Swarovski e placas de cerâmica bordados, e o patchwork de orquídeas para ostentar a forma justa sutilmente em tons lavanda e terrosos. Algodão, sarja com elastano, plástico, couro vegetal e feltro foram os materiais utilizados para a confecção numa cartela de cores de aquarela em cinza, branco, preto e terra.

Por Douglas Guerra

Quem é quem: New Faces

Mais importante que chegar lá é saber chegar lá. O caminho nem sempre é florido, mas semear a simpatia em todo o trajeto é um diferencial mais-que-competitivo. Essas garotas com brilho nos olhos são a aposta para a nova geração de super modelos e o exemplo perfeito do que um sorriso cativante é capaz de fazer, nossa equipe resolveu mapear esses rostinhos lindos para que nossos leitores descubram quem é quem no mundo das new faces:

 

Aniversário de SP: Estilistas Paulistas para Ficar de Olho

No aniversário de 460 anos da maior cidade do Brasil, a equipe do Closet fez uma seleção dos estilistas nascidos no pólo fashion que prometem e já vem se destacando no mundo da Moda. Confira esses novos talentos:

Gralias

Gralias

As paulistanas Julia Guglielmetti e Grazi Cavalcanti impressionam por apresentar peças que exploram o universos da moulage, mistura cores inusitadas, recortes e texturas como bordados de pedraria e fios de lã.

Igor Dadona

IgorDadona

O jovem Igor inova nas modelagens e mistura de materiais e apresenta cartelas mais neutras.

Ale Brito

AleBrito

O veterano na Casa de Criadores tem uma pegada rocker sem ser clichê, explorando recortes em couro e volumes.

Rafael Caetano

RafaelCaetano

Vencedor do Forúm da Faculdade Santa Marcelina de 2013, o jovem Rafael causa impacto com sua pegada vanguardista e suas ousadas modelagens.

Renan Serrano

Trendt

A frente da Trendt e com o desafio de fazer moda unissex, Renan  trás peças de alta complexidade, acabamento impecável, estampas originais e relevos inusitados.

Projeto BTOBE

Brado – SP

bradoCom referência forte da Tropicália, a ousadia da estilista consistiu em enxugar a cartela de cores para o preto e os tons de cinza. Lançando mão de tecidos pesados e moletons pelo avesso que desfilaram em meio às sarjas estampadas, a designer veio com sutileza e personalidade abrindo a última noite da Casa de Criadores.

Cacau Franciso – CE

cacauUm dos desfiles mais encantadores da noite, o cearense brincou com modelagem feminina para os homens e versatilidade para as mulheres. Inspirado na construção da própria identidade sexual e de sua personalidade, Francisco acreditou nos labirintos como forma de expressão. Texturas requintadas, em meio ao cobre e formas abstratas, foram trabalhadas em sarja e crochês artesanais. O styling contou com mil chaves para propôr a aberturas de portas da alma, nos acessórios, nas bolsas e nos colares. Fato, os nordestinos sempre arrasam.

Fábio Lima Malheiros – SP

fabioCom certeza, o trabalho que mais demonstrou que a simplicidade é o segredo dos mestres. Prestes a se formar, Malheiros correu para acrescentar dois looks ao seu projeto e dominar a platéia da Casa de Criadores com amigos e admiradores. Com inspiração na Física, Astronomia e Cosmologia, o próprio designer alegou seu lado nerd, a paixão por matemática e seus estudos técnicos trazendo seu hobby para a moda. Fugindo do clichê galaxy print, as peças em linho foram trabalhadas manualmente na substituição dos fios para criar uma superfície texturizada e austera. “Os astrônomos não olham para a beleza das estrelas, eles vão além, na espectrometria, em busca de elementos químicos que indicariam a vida em outros planetas, por exemplo”, alegou com segurança. A cartela de cores ostentou apenas o preto e o branco, uma vez que no espaço não existe cor, apenas luz e sombra. Poucos são os profissionais que levam pesquisa extrema e conteúdo às passarelas. Lima, em sua coleção, promove uma reflexão sobre o verdadeiro pensamento de moda e inicia, assim, um futuro promissor.

Flávia Ventura – MG

flaviaApaixonada pelo preto, a estilista apostou na mistura de vários tecidos, como malhas e cetim, para criar texturas que atribuíram amplitude às formas. A cartela ainda contou com o branco e o azul, que escureciam à medida do tempo. Traços retos, paralelos e repetitivos deram movimento às roupas com caráter minimalista e moderno.

Nosotros – SP

nosostroUm dos mais belos da noite, muito preto, marrom e vermelho surgiram na passarela para mostrar a distância e também a proximidade dos relacionamentos humanos. Inspirados no imaginário popular da década de 1960, o culto à vida extraterrestre e a corrida espacial, com a chegada do homem à Lua, a marca mostrou a conexão do ser com a existência através dos cinco sentidos. As peças com formas arredondadas e luxuosas, feitas de lã e veludi, dividiram espaço com um styling cheio de chapéus futuristas.

Thiago Bernardo – MG

thiagoCom inspiração na obra do primeiro diretor da Bauhaus, o estilista seguiu a sua linha arquitetônica com um design simples e construção simétrica. Bernardo apostou na seda e no couro repletos de bordados manuais que criaram superfícies texturizadas em meio ao branco.

Por Douglas Guerra

Fotos por Namídia

Casa de Criadores estilistas principais

Karin FellerkarinNa última noite do evento, a estilista se inspirou em objetos colecionáveis para levar suas peças à passarela. A estamparia retratou a repetição dos elementos e migrou para uma zona de conforto baseada em lareiras, salas de livros e muita cor. Nas roupas, as pastilhas de paredes agrupadas criaram texturas ainda maiores e envolveram o olhar dos espectadores. Em meio a muito tricô, a cartela trabalhou o azul, o bordô, o branco e o cinza. As pessoas costumam ter vários gatos em casa, como a própria Feller, e os bichanos também fizeram parte da coleção, ao lado da apologia de quem gosta de ter várias borboletas empalhadas. Os acessórios mostraram chaves, acessórios, selos e ferraduras.

Juss

juss

Sempre muito colorida, a estilista começou brincando com as cores e as texturas dos tecidos para ressaltar as trocas de pele dos animais e também dos humanos. Várias camadas de tecidos que mesclaram tapeçaria, metalizados e tramas de alumínio dividiram a passarela com as estampas digitais, utilizadas pela primeira vez pela designer. O styling contou com acessórios ousados com cordas entrelaçadas numa cartela de cores com vasta predominação do azul.

Fernando Cozendey

fernandoNa intenção de arrancar os gritos da plateia, o estilista acreditou na ousadia de uma coreografia inspirada na Pantera Cor-de-Rosa. Com sensualidade constatada, Fernando trouxe cor e o charme dos felinos às peças. As modelos desfilaram com roupas coladíssimas ao corpo, que mesclaram uma infinidade de estampas de tigres, leões e panteras numa cartela de cores que transitou entre o rosa, laranja, o preto e que dividiu espaço com muito animal print. Fios aplicados manualmente remeteram à juba do rei da selva e deram volume às formas já marcadas com lycra e elásticos. As calças ostentaram bocas-sino e um a acabamento com forro especial e partes com transparência.

Walério Araújo

walerioComo de praxe, a irreverência do estilista mobiliza multidões. Os fãs de Walério lotaram as arquibancadas para prestigiarem os modelos incorporando as paixões do designer pelo mundo. De forma eclética, Walério mostrou a África, a Grécia e a Índia com peças luxuosas e requintadas. Fugindo dos trajes típicos e das fantasias, os tecidos estampadíssimos pareciam dançar conforme os movimentos. Preto, laranja e cereja transitaram pelo cobre indiano, com um styling que retratou as uvas, os brincos enormes, os adornos de cabeça e vasos que as virgens costumavam utilizar para buscar água. Seda e vinil foram as apostas para a noite que, com certeza, não será esquecida tão cedo.

Por Douglas Guerra

Fotos por : Namídia

Casa de Criadores estilistas principais

Arnaldo Ventura

Arnaldo Ventura

O estilista foi breve, a coleção foi bem mais comercial nesta edição. Com enfoque nas peças para o público masculino e feminino, a cartela de cores surgiu bem enxuta, envolvendo praticamente o preto e o cinza para unir o espírito da copa no Brasil. O toque esportivo transitou também pela estamparia, pensada na vibração das arquibancadas dos jogos. Malhas, lãs e bordados estruturaram o corpo dos modelos de maneira suave, em meio ao hino nacional brasileiro e os passos enérgicos da top Renata Kuerten.

Danilo CostaDanilo Costa

 

Peles fake e muita cor vieram saudar os espectadores dos desfile. A coleção apresentou peças confeccionadas com tecidos mais estruturados e muito tricô para retratar a referência ao decorativismo. Envolvendo estampas de tigres e alces, às vezes realistas, outras vezes mais animes, e florais aconchegantes no intuito de receber bem os olhares curiosos da plateia, Costa se sentiu em casa. Desenhos típicos de porcelanas e a textura dos estofados também marcaram prensença, em meio aos tapetes de pele e as pratarias nos acessórios. A cartela de cores mesclou tons de azul, roxo, cinza e branco num toque mais intimista.

Yoon Hee LeeYoon Hee Lee

 

De primeira, as cores vibrantes abraçaram a passarela numa coleção inspirada no universo dos animais de estimação. Yoon captou o sentimento das pessoas por seus animais e retratou o carinho, a diversão e o apego emocional desta relação. As estampas trouxeram gatos e pássaros  em meio às flores e nuvens, já que o ambiente das brincadeiras também foram considerados. Rendas entrelaçadas e sapatos com design arrojado e muita pelúcia definiram a proposta da estilista para a estação.

 Rober Dognani

Rober Dognani

Com sóbria ousadia, o estilista uniu o mundo esportivo à uma viagem pelo Oriente Médio. A aura de Dubai e o poder dos Emirados foram retratados em cinza, preto e tons de prata e pérola, no intuito de reforçar a sensualidade e a riqueza que exalam da mulher oriental. O corpo foi cultuado em recortes, bordados e aplicações de chapas refletoras que trazem luz ao look. Dognani se inspirou nas burcas e em Bollywood para contrapor com tecidos mais leves e transparentes, como a seda entre o couro discreto.

Por: Douglas Guerra
Fotos: Divulgação Namidia

 

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