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Category Archives: Matérias Especiais

Reportagem Especial: Carlos Falchi

Carlos Falchi vive em Nova York desde 1964. Após a década de 70, este mineiro de Belo Horizonte se tornou referência no setor de acessórios nos EUA, enquanto aqui no Brasil ele continua praticamente anônimo.

As marcas de bolsas que leva o seu nome são sinônimas de qualidade e luxo entre as americanas-de Madonna a Sienna Miller. Depois de tanto tempo distribuindo seus produtos em vários países, ele chegou em janeiro deste ano ao atacado brasileiro, onde expôs suas criações no Terraço Daslu em São Paulo e foi um enorme sucesso.

 Um pouco de sua história.

 Criador de seus próprios acessórios, como convém a todo protagonista de uma boa história de moda, Carlos viu sua vida mudar em 1964, quando se mudou para Nova York e foi trabalhar no famoso clube noturno Max´s Kansas City, a casa possibilitou que tivesse acesso à elite do underground. Assim começou a desenvolver peças para Miles Davis, Mick Jagger, Elvis Presley e Tina Turner. A próxima mudança foi para a cidade de Tókio no Japão, onde cursou artes tradicionais na Kameoka, no final dos anos 70. Assim, reinventou seu estilo e, quando voltou aos Estados Unidos, criou sua primeira coleção de bolsas não armadas, feitas sem forro com uma única peça de couro e somente duas costuras. Nesta mesma época, introduziu a colagem e as junções de peles exóticas e começou uma verdadeira busca a matérias primas diferenciadas, o grande sucesso de seu trabalho.

 O primeiro prêmio veio anos depois, o Coty Awards, e foi indicado como designer de acessórios pelo Council For Designers of Mari (CFDA) nos anos de 2003 e 2004. Atualmente muito de suas criações residem na coleção permanente do Costume Institute do Metropolitan Museum of Art, enquanto suas coleções podem ser encontradas nas maiores lojas de departamentos dos EUA.

 Ele já mereceu até citação nominal no seriado “Sex and the city”- Samantha exibe um modelo dele e um capítulo, dizendo “Essa é uma Carlos Falchi”.

 O estilista afirma “Considero todas as minhas clientes especiais. Não temos diferenciação no tratamento. As celebridades ajudam a divulgar o produto, servem como um ponto de referência para as lojas, mas não são fundamentais”, opina o designer.

 

 

 

Reportagem especial: O Debut de Gisele Bündchen

Quem é Gisele Bündchen?

O universo fashion nos dias atuais pode ser dividido em duas eras: pré e pós Gisele Bündchen. A maior topmodel de todos os tempos completa 15 anos de carreira este ano.

A gaúcha de família alemã foi descoberta por um olheiro aos 14 anos em São Paulo. Sua carreira não “deslanchou” de cara porque achavam seu nariz muito grande. Antes da “Era Bündchen” as modelos brasileiras que faziam sucesso no exterior tinham na sua maioria uma beleza do tipo “modelo exportação”: pele branquinha, cabelos loiríssimos e olhos azuis. Foi Gisele Bündchen quem pioneiramente levou outro tipo de beleza para o exterior.

O primeiro desfile de Gisele foi para Glória Coelho em 1995. No ano seguinte foi morar no Japão e logo depois mudou-se para Nova York, onde foi descoberta pelo fotógrafo Mário Testino. Desde então o maior fenômeno da historia da moda do século XX nunca mais parou.

Com o passar do tempo sua carreira decolou e já em 1998 a modelo caiu nas graças de muitos estilistas renomados e fez campanhas e desfiles para marcas como Michael Kors, Christian Dior, ValentinoBulgariVersaceRalph LaurenTommy HilfigerDolce & Gabbana e muitas outras. Hoje é a modelo mais bem paga do mundo e com o maior número de contratos. E foi uma das primeiras brasileiras a integrar o seleto time de “Angels” da grife americana de lingerie Victoria’s Secret, abrindo caminho para as demais modelos que hoje também integram o grupo. Estima-se que ela apareceu em torno de 500 capas de revistas como Vogue, Elle, Marie Claire, Time, NewsWeek, Rolling Stone, Vanity Fair, Arena, Forbes, dentre muitas outras.

Gisele como “Sexy Simbol” na capa da Rolling Stones.

No final da década de 1990 a Revista Vogue considerou que graças a Gisele Bündchen houve o retorno da modelo sexy, com curvas e aparência saudável, pois no começo desta década o look era o “heroína chic” com Kate Moss como seu maior símbolo. E o mundo da moda nunca mais seria o mesmo. Até a topmodel alemã Claudia Schiffer, famosa nos anos 80, derrete-se em elogios à brasileira dizendo que Gisele Bundchen é a última modelo a ter notoriedade suficiente no mundo hoje para ser considerada uma supermodelo. Os editores de moda a consideram acima de qualquer supermodelo, chamando-a de übermodel (algo como “acima de modelo”, ou “além da modelo”, em alemão). Para se ter uma ideia, enquanto as topmodelscomuns têm em média 3 ou 4 contratos, Gisele tem 20, incluindo alguns com super marcas internacionais como Versace e Dolce & Gabbana. Também pudera, em uma pesquisa realizada por um economista americano ficou comprovado que as marcas que se associaram com a supermodelo tiveram suas ações valorizadas na bolsa. No ano de 2001, Gisele resolveu que se aponsentaria das passarelas após alcançar a marca de 250 desfiles e atualmente só faz aparições nas passarelas para os amigos, como Dolce & Gabbana, ou com marcas que tem contrato de exclusividade, como a grife brasileira Colcci.

 Gisele em 1994 

Gisele considera que sua maior contribuição para a moda brasileira é desfilar marcas genuinamente nacionais, assim traz a atenção dos veículos internacionais para o país. Entretanto, acha que se a roupa não tivesse qualidade nem a sua fama seria suficiente para que a moda do Brasil fosse reconhecida lá fora, e hoje alguns estilistas brasileiros já desfilam na Semana de Moda de Nova York.

No Brasil já fez campanhas para Cia Marítima, C&A, Pantene, Vivara, Volkswagen Gol, Ipanema, Nivea, Vivo, Triton, Daslu, Renner dentre muitas outras. Desde 2005 representa a marca catarinense Colcci, para a qual desfilou no Fashion Rio e atualmente no São Paulo Fashion Week. De acordo com Jéssica Lengyel, estilista da marca, a parceria com Gisele Bündchen é um sucesso, pois a Colcci está investindo em exportação e ter uma modelo brasileira que é internacionalmente famosa ajuda muito, afinal ambas têm DNA “made in Brazil”.

Fora das passarelas Gisele já experimentou as telas de cinema. Sua primeira incursão em Hollywood foi em 2004 em “Taxi” onde foi a vilã Vanessa e contracenou com Queen Latifah e Jimmy Fallon. Em 2006 fez uma pequena ponta em “O Diabo Veste Prada” desta vez na pele de Stella uma produtora da revista fictícia Runway.

A modelo atuando em O Diabo Veste Prada de 2006

A topmodel mais bem paga do mundo, com uma fortuna avaliada em torno de 170 milhões de dólares, não vive apenas de glamour. Gisele faz parte de vários projetos sociais. O combate do HIV na África, para o qual foi garota propaganda, é apenas um deles. No Brasil ela também dá sua contribuição e tenta proteger os recursos hídricos e a Floresta Amazônica através da doação de parte do lucro obtido com a venda das sandálias Ipanema Gisele Bündchen, além de já ter doado uma semana inteira de desfiles para o programa Fome Zero. Em reconhecimento, já foi premiada pela ONU por sua atuação em campanhas e projetos sociais mundo afora.

Sua vida pessoal também interessa a todos, principalmente a vida amorosa, que inclui romances com os atores Leonardo Di Caprio e Rodrigo Santoro e o heptacampeão mundial de surf Kelly Slater. Seu casamento secreto com o jogador de futebol americano Tom Brady, do New England Patriots, com o qual namora desde 2006, apareceu em vários meios de comunicação em todos os cantos do mundo. Mas é a família que realmente importa para Gisele, tanto que pelo menos duas vezes por ano reúne os pais Vânia e Valdir e as quatro irmãs Gabriela, Raquel, Rafaela e Patrícia. Os Bündchen se encontram no Brasil, nos Estados Unidos ou na Costa Rica, onde Gisele mantém uma casa. A modelo diz que a família sempre a apoiou e nunca se intrometeu em sua carreira. Além de gêmea e maior confidente Patrícia é a agente de Gisele no Brasil, onde cuida de todos os compromissos profissionais da irmã famosa.

Ao lado de Leonardo Dicaprio e com seu Marido Tom

Gisele diz que adora “comer porcarias” como coxinhas e empadinhas, mas que atualmente tenta se controlar, mesmo assim tem sempre um chocolate na bolsa e nunca toma café em casa. Jura que nunca fez regime, tanto que quando criança ganhou o apelido de Olivia Palito por comer muito e nunca engordar.  Outra curiosidade da top é que, apesar de viajar muito de avião, ela nunca come a bordo ou aceita o cobertor oferecido pela companhia aérea, diz que uma pashmina é o suficiente para se cobrir e dormir até o destino final.

Em homenagem aos 15 anos de carreira, o canal a cabo GNT, da NET, exibiu em março dois documentários sobre Gisele Bündchen. O primeiro foi uma produção internacional chamada “Gisele, Made In Brazil”, que em 30 minutos trouxe ao público um pequeno histórico da vida da top, incluindo a vida pessoal. O outro chamado “A Garota Mais Linda do Mundo”, uma produção do próprio canal, trouxe um apanhado de imagens e entrevistas captadas nas diversas aparições de Gisele no programa GNT Fashion.

Mesmo com todas as dificuldades que teve no inicio da carreira, quando havia um estereótipo europeu no mundo da moda, Gisele enfrentou tudo e todos e chegou ao topo. Hoje é uma celebridade que é imitada por muitos fãs em todo o mundo e desperta a curiosidade de todos, incluindo aqueles que não são grandes fãs do mundo da moda.

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