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Category Archives: Editoriais

E se os navegadores da internet se tornassem it-girls?

navegadoresQue a moda ficou muito mais globalizada com a internet a gente já está cansado de saber! Mas quando você pensa que a internet finalmentese atingiu os seus limites, surge uma novidade que mexe com a curiosidade de todo mundo.
Pensando a respeito desse uso constante das redes o fotógrafo fashion Viktorija Pashuta criou o ensaio “What If Girls Were Internet Browsers?” (em tradução livre: e se garotas vestissem navegadores de internet?).
Ao trabalhar com fotografia de moda, a maioria dos projetos criativos do fotógrafo fica restrito ao mundo dos editoriais. Estes, normalmente, possuem um tema que dialoga com as roupas vestidas pelas modelos. Tendo isso em mente, Viktorija Pashuta decidiu unir fashion ao universo da internet e angariar um público que fosse além do mundo da moda.
O insight veio de forma simples: ao olhar para seu desktop, o fotógrafo imaginou os ícones que ali repousavam com mais glamour. Vestiu-os, então, em modelos que passaram a personificá-los, dando a eles características que o fotógrafo imaginou serem transmitidas por cada um dos navegadores. O ensaio foi originalmente publicado na revista americana Fashion Affair.
“É necessária uma grande quantidade de pré-produção e preparação uma vez que cada navegador Internet tinha que ter elementos muito específicos, cores características. Juli Como um dos meus amigos do Facebook comentou: Internet Explorer é tudo chamativo, o Firefox é sexy, Opera é elegante, o Chrome é utilitária e Safari -. badalado / hip Além de criar uma semelhança visual baseado nas cores principais, tentei refletir o estilo de cada um dos navegadores de Internet através dos meios de roupas, sapatos, acessórios, adereços e poses em si”, declarou Viktorija.

explorer

firefox e opera

chrome e safari

Modelos “mortas” em anúncios de moda

A gente adora revirar o fundo do baú para lembrar e analisar algumas peculiaridades que já circularam por nossas vistas no passado. E hoje resolvemos mexer um assunto polemico! Vocês já notaram o tanto de anúncios que trazem modelos retratadas como mortas?! Pois é, para algumas pessoas esse gênero de campanha pode até parecer apenas assustadora, mas existe um público que enxerga os anúncios como problemáticos, pois eles reproduzem cenas de violência contra a mulher . Bom a gente reuniu alguns para você dar a sua opinião aqui, confira a galeria abaixo:

 Jimmy Choo: 
dead ad 1

 Wrangler:dead ad 2

dead ad 3

Kate Spade:dead ad 5 Duncan Quinn:dead ad 6

Superette:dead ad 9

dead ad 10

A História das Revistas de Moldes

Antes de existir o ready-to-wear, as mulheres reproduzaim as peças que viam em revistas de moda costurando em casa ou mandando em costureiras. Nesse contexto, a alemã Aenne Burda começou a vender moldes para as pessoas, ajudando assim o processo de confecção dos próprios vestuários. Com o sucesso da venda dos moldes, surge a revista “Burda”, em 1950.

No Brasil, essa publicação só está disponível em bancas especializadas em revistas de costura, tricô e crochê, e não há edição brasileira. Porém, a revista de moldes (que foram o mote de sucesso dessa publicação), não é famosa só na Alemanha, como nos 89 países nos quais é distribuída, em 19 línguas. Tanto sucesso gera cerca de 1,85 bilhão de euros anuais.

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Anne Burda morreu aos 96 anos, em 2005 e hoje a administração da empresa conta com a liderança de seu filho Hubert Burda.

Poucos sabem, mas as revistas de Molde tem uma importância na Moda brasileira muito maior do que lhe é conferida no cenário fashion atual. Em 1959, a Editora Abril lançou a primeira revista de Moda do Brasil, a Manequim. Antes da existência de todas as outras que hoje são um sucesso, Sylvana Civita, esposa do fundador da Abril, foi encarregada de cuidar da edição feminina, sob o briefing: uma revista que conversasse com a mulher brasileira sobre Moda.

“Vou contar-lhe uma história da qual me lembro como se fosse ontem: meu marido Victor chegou para mim e disse simplesmente: Sylvana, no Brasil não tem nenhuma revista de moda. É oportuno fazer uma. Aliás, você vai fazer uma! Era 1959. Um pouco amedrontada, mas entusiasmada com o desafio, não tive outro jeito, arrumei as malas e fui para a Europa fazer um estágio em várias editoras que publicavam revistas de moda e, na volta, nasceu Manequim”. (Sylvana Civita – São Paulo, agosto de 1984).

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As fotos e os moldes eram todos baseados na cultura editorial europeia, o que as vezes criavam contradições do tipo: roupas muito invernais na capa da revista, que nada tinha a ver com nosso clima aqui no Brasil. E assim foi até a década de 1970.

As capas da revista contavam com um casting estrelado, como Eva Wilma (julho/1959) e os moldes do vestido e enxoval de noiva de Briggitte Bardot (dezembro/1959).

A partir da década de 70, a revista começa a acompanhar mais a realidade da mulher brasileira e como essa mulher começa a se jogar no mercado de trabalho, há muitas referencias de tailleurs, blazers , calças e camisas.

Hoje a temática principal da revista é trazer tendências diluídas e looks de celebridades para ser reproduzidas em seus moldes. A produção desse tipo de revista é muito mais difícil porque é necessário convencer os estilistas a ceder os moldes de suas criações.

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A Manequim hoje consegue sobreviver bem no competitivo mercado editorial brasileiro, e existem outras publicações de reconhecimento nessa área, como Moda Moldes e Moda & Cia, que vão na contra-mão do pret-à-pôrter.

SwooshArt: Símbolo da Nike vira intervenção em obras de arte clássicas

Algumas marcar tem a logo tão marcante que fica impossível não reconhecer de longe, o Swoosh, símbolo da marca de esportes Nike é um desses casos. E um projeto super inusitado levou o Swoosh para repaginar  obras de arte clássicas. A  série chamada SwooshArt  foi criada pelo diretor de arte Davide Bedoni e mescla o inconfundível logo da marca contemporânea no cenário de algumas das pinturas mais famosas da história da arte. Até o ilustre slogan “Just do it” ganhou versões artísticas, como “Just Klimt, Just Warhol e Just Mondrian”. Confira o resultado na galeria:

Reencarnando divas

Algumas personalidades são tão marcantes que vira e mexe são reinterpretadas seja nos cinemas ou em editoriais. O fato é que elas se fizeram tão notáveis que não puderam ser esquecidas e  uma boa forma de homenagear esses ícones é buscando outros ícones para revive-las. Confira na galeria algumas das divas que já tiveram sua imagem representada por outra grande personalidade:

Relembre algumas campanhas de moda que não deram certo

Nos dias de hoje é normal a gente ver publicitários fazendo de um tudo para vender produtos dos mais diversos por aí. É só você dar uma olhadinha ao seu redor que vai se deparar com um anuncio, afinal é bem improvável que uma pessoa fique longe de algum tipo de marketing ainda mais se ela estiver online. E em um mercado tão acirrado e saturado de ofertas uma campanha precisa se destacar das outras para ser notada e trazer mais consumidores para sua marca. Só que as vezes na tentativa de se destacar algumas propagandas beiram o fiasco. E como estamos em uma época de mudanças onde cada vez mais o público exige um cuidado e respeito maior na mensagem passada pelos produtos que consomem, vamos relembrar algumas campanhas de moda mal sucedidas aqui no Closet. Confira a nossa lista abaixo:

Às vezes, um fracasso de marketing não equivale a um fracasso financeiro. A Calvin Klein provou isso três vezes através de sua campanhas sexistas. A primeira ocorrência foi em 1995, quando Klein colocou meninos e meninas adolescentes em salas de recreação e os fotografou em poses sugestivas usando quase nada. Os vídeos dessa campanha apresentam modelo, respondendo a perguntas embaraçosas, atado insinuações feitas por um diretor que está fora da tela. A propaganda chegou a ser banida nos anos 1990.ck-ad3E em 2009 marca voltou a trazer mensagens sugestivas nas suas campanhas.

eva ckE por último comercial da fragrância Secret Obsession da Calvin Klein protagonizado pela atriz Eva Mendez  que não agradou o público norte-americano, e teve que ser retirado do ar porque a atriz estava praticamente nua

50_cent_2005_01_21Quando se trata de deixar um produto mais street, é de praxe as marcas se associarem a algum cantor de hip-hop para parecer mais “gangsta”. Em 2005 a Reebok recrutou o rapper 50 cent e fez um anúncio sobre como ele foi baleado nove vezes. O anúncio foi retirado depois de ter sido fortemente criticado por glorificar a violência, a fim de vender sapatos.

ford2Tom Ford também não teve muito sucesso com a campanha feita para o perfume ”Tom Ford for Men” em 2007, onde os anúncios consistia unicamente em uma mulher com as pernas bem abertas, insinuando aos clientes que a fragrância era a única coisa que eles precisavam para obter sexo com uma mulher.

screen-shot-2013-06-14-at-15-23-03Que Tom Ford não é nada sutil a gente já sabe. Mais além de sua polemica pela campanha sexista para sua marca homônima, o designer teve outra polemica relacionada ao seu nome. Ele decidiu raspar o ‘ G’ (de Gucci, grife da qual ele responde pelo cargo de diretor criativo) nos pêlos pubianos da modelo Louise Pederson  para um ensaio fotografado por Mario Testino no início de 2003 e teve mais uma campanha censurada.

Dakota Fanning Oh Lola FW 2011 Teller

A campanha do perfume Oh, Lola! de Marc Jacobs que trazia Dakota Fanning com o frasco entre as pernas também foi censurada no Reino Unido em 2011, eles declararam que o anúncio era “sexualmente provocativo”.

juliane mooreO anuncio da atriz Julianne Moore, completamente nua segurando dois tigres e uma bolsa para a Bvlgari, foi considerado inapropriado para ser exibido, rapidamente ele foi substituído por outra campanha de Julianne totalmente vestida que promovia as carteiras da mesma linha da campanha anterior.

d&G

Outra campanha que deu o que falar de forma negativa pelo uso do conteúdo sexual, foi a “gang bang”da Dolce&Gabbana, por parecer uma apologia ao estupro as imagens também foram censuradas.

gisele-bundchen-polemica-hope

O comercial da campanha “Hope ensina”, em que a Gisele Bündchen aparece de calcinha e sutiã também não agradou muito. A campanha foi censurada pela Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, que consideram a campanha machista.

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