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Exportações de têxteis caem pela metade

O setor têxtil e de confecção brasileiro fechou o primeiro mês de 2009 com um déficit de US$ 168,7 milhões em sua balança comercial, excluindo fibra de algodão. O resultado deve-se ao valor de US$ 245 milhões em importações contra US$ 76,3 milhões em exportações. Se forem incluídas as fibras de algodão, o déficit cai para US$ 108,8 milhões. Apesar do câmbio favorável, os resultados de janeiro impressionaram até os empresários, chegando a cair mais de 50% em alguns setores. Considerado um dos “carros-chefe” das exportações brasileiras, o setor de cama, mesa e banho, sofreu retração de 52%; o de vestuário, queda de 45,8%.

“A explicação para essa queda brusca nas exportações vem da forte retração dos mercados. No entanto, nossa maior preocupação está nas medidas de protecionismo que outros países estão adotando em relação às importações de produtos estrangeiros. As empresas, junto ao governo, terão que tomar medidas para garantir a competitividade do produto nacional diante de um mercado mais disputado”, comentou Aguinaldo Diniz Filho, presidente da ABIT – Associação Brasileira da Industria Têxtil.

Diniz Filho também associou a queda das exportações do setor à Argentina e aos Estados Unidos, que sempre foram os dois principais mercados do setor têxtil. “Com a crise econômica, deixamos de exportar US$ 25,8 milhões em produtos para o país norte-americano em janeiro, o equivalente a 56,4% a menos em relação ao mesmo mês do ano passado. Com a Argentina não foi muito diferente. O país adotou novas medidas protecionistas (licenças não automáticas) e acabamos diminuindo em 53,2% o envio de produtos ao país vizinho, o que representa US$ 20,3 milhões a menos no faturamento com esse país, quando comparamos janeiro de 2009 com 2008”, disse.

Fonte: Abit

Economia

No mesmo embalo da balança comercial brasileira, que fechou janeiro com déficit de US$518 milhões, os setores de calçados e couros tiveram resultado negativo no primeiro mês do ano. Os fabricantes de sapatos registraram perdas de US$31 milhões – embarques de US$ 143 milhões ante os US$ 174 milhões do mesmo mês do ano passado- uma queda de 18%. O desempenho dos curtumes foi pior, com a receita caindo mais da metade. Com declínio de 58,1% nas vendas ao exterior, as divisas somaram US$73,1 milhões contra US$ 183 milhões em janeiro de 2008. Mas a retração nos negócios não desanima os dirigentes dos dois setores, que acreditam em dias melhores.

Os dados divulgados pelo ministério do Desenvolvimento, indústria e Comércio exterior, mostram que esses desempenhos negativos foram os mais altos em relação a todo o ano passado, quando os calçadistas absorveram perdas de 12% em agosto e couros e peles 51% em dezembro. Na comparação com o último mês de 2008 as quedas foram mais amenas: calçados perderam 3% e couros e peles 23%.

Em 2008 em que as exportações ficam abaixo do esperado- o ano fechou em US$1,881 bilhão, redução de 2% em relação a 2007- os números de janeiro não colocam na defensiva o vice-presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Ricardo Wirth. Segundo ele, a expectativa é melhorar, mesmo com os problemas na economia e recessão em alguns países. “Acredito que vai haver uma melhoria” apontou.

ALTO-ASTRAL- Como aspectos que podem influenciar esse processo de alto-astral, destacou o preço do sapato mais competitivo e a entrega mais ágil de pedidos menores. “Esse é um diferencial importante do Brasil”. Avaliou. Com a perspectiva de voltar a crescer, Wirth não visualiza demissões, porém coloca ressalvas: “Tudo vai depender de como serão os dias, pois as notícias vão se alimentando em boas e ruins”.

Mesma crença do presidente da Associação das Indústrias de Curtume do rio Grande do Sul (AicSul), Francisco Gomes, que prevê recuperação do setor no decorrer do ano. “Janeiro ainda reflete uma crise do ano passado, teremos aí mais dois meses parecidos. “No ano passado, os curtumes somaram embarques de US$ 1,87 bilhão, queda de 15% em relação a 2007, com US$2,19 bilhões. Couros e peles foram principalmente para Itália e China.

Fonte: Jornal NH

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