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Category Archives: Economia

ABIT: apoio inédito ao Festival da Moda de Fortaleza

Pela primeira vez, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT) por meio do Texbrasil, Programa desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil, apóia a realização do Festival da Moda de Fortaleza, que acontece entre os dias 27 e 30 de abril, no Maraponga Mart Moda, shopping atacadista da capital cearense. Desta vez, a entidade traz para o evento cinco jornalistas internacionais dos seguintes países: África do Sul, Peru, Colômbia, Uruguai e El Salvador.

“É notório o potencial têxtil e de confecção da região que une indústria e artesanato, resultando em peças mais que originais. Este é o diferencial da moda brasileira, que pretendemos mostrar para os jornalistas de outros países, que virão conhecer as coleções e divulgá-las em outros mercados visados pelo Brasil”, ressalta o diretor Executivo do Programa Texbrasil, Rafael Cervone Netto. Os jornalistas que participarão do Festival da Moda de Fortaleza representam os veículos Shake 24 (África do Sul), El Comercio (Peru), El Tiempo (Colômbia), Victoria Magazine (Uruguai) e El Diario de Hoy (El Salvador).

O presidente da ABIT, Aguinaldo Diniz Filho, ressalta a importância do Festival. “É uma grande honra participarmos de um evento tão tradicional como o FMF, que já tem 27 anos de história”, reforça. “Trata-se de uma grande oportunidade para os compradores nacionais conhecerem os produtos com forte apelo artesanal e característicos da região. Vale lembrar que, por conta do valor agregado e das peças artesanalmente elaboradas, a moda do Ceará tem reconhecimento internacional e registra um dos maiores valores praticados no Brasil, no que se refere ao valor médio do vestuário que é exportado pelo Estado nordestino: US$ 47,58/kg no ano passado”, aponta Diniz.

Em 2008, países como Argentina, Paraguai, Bolívia, Portugal e Uruguai foram os que mais compraram os produtos brasileiros produzidos no Ceará. Dentre os produtores nacionais, ocupa a sexta posição vindo logo atrás de São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro, e responde por 6,1% do PIB  têxtil brasileiro. A indústria têxtil e de confecção cearense registrou, no ano passado, quase 130 mil empregos diretos, dos quais 4,7 mil foram novos postos gerados ao longo do ano. Atualmente, o Ceará tem 5.965 empresas formais, sendo que 5.238 são confecções.

Fonte: ABIT

ABRAPA

O Brasil é o quinto maior exportador de algodão no mundo, mas se depender dos objetivos da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA) a situação logo mudará. Se o ambiente externo continuar a seguir a tendência atual, esse setor da cadeia têxtil poderá chegar a um importante patamar no mercado global. “Queremos, nos próximos anos, passar a Índia e nos tornarmos o segundo maior exportador de algodão do mundo”, adiantou o Presidente da ABRAPA, Haroldo Rodrigues da Cunha.

Novas técnicas de gerenciamento do campo, investimento, pesquisa e melhor beneficiamento aumentaram a qualidade e a quantidade do algodão brasileiro, adequando-o às necessidades das indústrias. Em 1997, o país produziu 411 milhões de toneladas sendo que, em menos de dez anos, esse número cresceu para 1248 milhões.

Além do aumento da produção, a alta produtividade permitiu que o país entrasse com força na exportação, enviando algodão principalmente para o Cazaquistão, Indonésia e Coréia do Sul. “Há alguns anos a demanda da indústria interna se mantém constante, o que possibilita o aumento da quantidade de produto exportado”, explica Haroldo.

Avalia-se que o desenvolvimento da indústria, especialmente na China e na Índia, aumentará a procura. Entre os principais exportadores, o Brasil é o único que pode crescer não só em produtividade, mas também em área plantada, e assumir esse importante papel no mercado mundial.

ABRAPA

Depois de beirar o colapso na década de 90, os produtores se reuniram e criaram em 1999 a ABRAPA para cuidar dos interesses do setor. Depois de dez anos, é inegável a influência da associação no sucesso da produção de algodão e também na política externa brasileira.

A atuação da ABRAPA consiste em defender os interesses dos produtores de algodão com ações políticas, pesquisa e informação, tanto no mercado interno quanto externo. Sua maior conquista foi a condenação dos Estados Unidos na Organização Mundial do Comércio (OMC), em 2005. O processo, pago pela ABRAPA, custou 3,5 milhões de dólares. Advogados americanos defenderam os interesses dos produtores brasileiros e também do país, num processo de sete mil páginas na OMC. Diante da recusa dos Estados Unidos, a seguir as diretrizes estabelecidas pela organização, ele foi condenado novamente em 2008, encerando definitivamente a causa.

Fonte:Leed Comunicação

Made In Brazil

Todo cenário de ameaça também é de oportunidade, por isso o empresariado deveria investir agora na adequação da indústria têxtil nacional para as exportações. Além disso, seria necessário a criação de uma imagem genuinamente nacional visando o mercado externo, para oferecer produtos originais e diferenciados: a única forma de colocar o país em lugar de destaque no mercado mundial têxtil.

Essa é a visão Geni Rodio Ribeiro, Consultora de Adequação de Produtos e Oficina de Desenvolvimento Criativo da Associação Brasileira de Indústrias Têxteis. Para ela, o país está preso à rotina da cópia sem criação e com o olhar mal-acostumado de estilistas, confeccionistas e lojistas. Tudo isso deixa o consumidor brasileiro sem opção, mas é muito pior para a imagem exportadora do país. “O Brasil tem estilo e identidade, nós é que não quebramos as amarras para sairmos de nossa zona de conforto”, disse.

Geni tenta fomentar a exportação dos produtos brasileiros para o exterior, prestando assistência para empresários que desejam expandir seus negócios. Mas um produto globalizado precisa de qualidade. Nem todos estão de acordo com as necessidades dos clientes internacionais, então ela ainda precisa enfrentar a má vontade dos mais interessados em vender: as próprias indústrias. Algumas delas se recusam até mesmo a adaptar seus produtos para a exportação. “A adequação passa pelo respeito à cultura, à tradição e aos gostos dos outros países”.

Hoje o Brasil produz 8,2 bilhões de peças de vestuário ao ano, mesmo assim é inexpressivo no cenário exportador mundial. Os maiores fornecedores para o mercado norte-americano de vestuário, fora a China e o Vietnã, são países da América do Sul e do Caribe, mas nem por isso nossa participação é relevante. “Quem dita a moda de praia americana não é o Brasil, mas a Colômbia”, termina.

Fonte: Leed Comunicação

Moda cearense está em alta

Conhecida internacionalmente por suas peças originais e com alto valor agregado, a moda do Ceará revela significativo aumento do valor médio  do vestuário que é exportado pelo Estado nordestino. Dados do ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) apontam que o valor do quilo exportado aumentou, por exemplo, de US$ 12,38 em 2001, para US$ 47,58 no ano passado. “O produto cearense conquistou o quinto lugar no ranking das exportações brasileiras em termos de valor em 2008, com preço médio superior ao praticado em São Paulo (US$ 42,74/kg) e Santa Catarina (US$ 25,88/kg), estados que ocupam os primeiros lugares na relação de exportadores brasileiros”, salienta o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), Aguinaldo Diniz Filho. Ele destaca, ainda, que países como Argentina, Paraguai, Bolívia, Portugal e Uruguai foram os que mais compraram os produtos brasileiros produzidos no Ceará no ano passado.

Dentre os produtores nacionais, o Ceará ocupa a sexta posição vindo logo atrás de São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro, e responde por 6,1% do PIB  têxtil brasileiro. “Em 2008, aindústria têxtil e de confecção cearense registrou quase 130 mil empregos diretos, dos quais 4,7 mil foram novos postos gerados ao longo do ano. No entanto, com a redução de 2.780 postos de trabalho, em janeiro deste ano, o total caiu para mais de 126 mil empregos diretos”, analisa Diniz Filho. Atualmente, o Ceará tem 5.965 empresas formais, sendo que 5.238 são confecções.

Fonte: ABIT

ABIT prepara empresas do Pará

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), por meio do Texbrasil, Programa desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil, atenderá empresários, de 23 a 25 de março, em Belém, no Pará, através da Clínica de Produtos com a consultora da Associação, Geni Ribeiro.

A Clínica de Produtos orienta os empresários para adesão ao mercado internacional, avaliando, adequando e aperfeiçoando os produtos para que assim atenda às exigências para participação em outros países.

Será a primeira vez que a ABIT apresentará esse serviço para a capital paraense e conta com o apoio do Sebrae, que leva 11 empresas para o evento, sendo três já exportadoras, mas buscam maior adequação para concretizar o comércio internacional.

“Para o Programa Texbrasil é muito importante essa aproximação com empresas do Pará e, junto ao Sebrae, desenvolver os produtos e materiais para que estejam aptos a participar do mercado internacional. Procuramos talentos no País que agreguem valor e criatividade ao produto e o Pará tem grande potencial em inovação e artesanato, e isso pode ser um diferencial para outros mercados”, afirmou Geni.

O empresário terá o atendimento individual de até uma hora com a consultora  para avaliação dos produtos. O atendimento é personalizado e cada empresa tem seus produtos analisados sob o ponto de vista de um comprador internacional. Os critérios são: a qualidade do material utilizado, o estilo das peças, a modelagem, a cartela de cores, design, preço e a capacidade de atendimento às demandas, além da adequação aos mercados nacionais e internacionais.

O estado do Pará tem participação muito tímida no setor têxtil nacional tendo exportado, de janeiro a fevereiro deste ano, cerca de US$ 5.386 mil e importou no mesmo período, US$ 1.681 milhão. “Esse auxílio da ABIT é muito importante para o setor têxtil paraense. O empresariado paraense precisa desse tipo de estímulo para alavancar as exportações e destacar o estado para o restante do País, pois, temos produtos muito bons que apenas precisam de um toque para aceitação nacional e internacional”, comentou Celma Liduina, representante do Projeto Moda Pará, do Sebrae.

Fonte ABIT

Guia Texbrasil traz Oportunidades de Negócios

A partir de agora, as empresas que acessarem gratuitamente o Guia Texbrasil – mais completo banco de dados de empresas do setor têxtil e de confecção brasileiro – contarão com um novo serviço: Oportunidades de Negócios. Isso porque o Guia passa a divulgar contatos diretos de compradores interessados em produtos brasileiros e identificados em feiras nacionais e internacionais, bem como nas missões comerciais.

Criado pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), em parceria com o Texbrasil, Programa desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Guia Texbrasil é uma ferramenta de facilitação ao acesso às informações das empresas do setor têxtil e de confecção, aprimorando o relacionamento comercial entre fabricantes, compradores nacionais e internacionais, prestadores de serviços, entidades do setor têxtil – câmaras de comércio, federações, associações, sindicatos, faculdades/instituições de ensino, cooperativas, agroindústrias e consórcios – ONGS e fornecedores de máquinas, equipamentos e insumos. A pesquisa pode ser realizada por País, Estado, CEP, Empresas Nacionais Exportadoras, Produto ou NCM.

O cadastro gratuito pode ser realizado no endereço www.abit.org.br/guiatexbrasil . Após se cadastrar, as empresas receberão uma senha de acesso que permitirá buscar informações sobre os produtos fabricados, os serviços prestados e das entidades relacionadas ao setor.

Em 2008, os acessos ao Guia Texbrasil totalizaram 1,3 milhão de “page views”. Além da América do Sul, compradores de países da Europa e Ásia estão entre os que mais buscam contatos no Guia.

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