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Category Archives: Entrevistas

Programa com a estilista Daniela Lobo

Carla Palmieri visita a marca Zazou, especializada em moda gestante fashion e conversa com a estilista Daniela Lobo que nos conta sobre o estilo e a qualidade de suas roupas sempre focada nas mulheres que valorizam se vestir bem na gestação!

http://www.youtube.com/watch?v=FxrMoyxA2tY&feature=player_embedded

Entrevista com André Robic

André Robic faz um intervalo e conversa conosco sobre o Cardápio da Moda, um concurso que une moda e gastronomia

COL – André Robic* em sua opinião qual é a associação de moda e gastronomia?

André Robic – Com o desenvolvimento social e econômico, tanto a moda como a gastronomia passaram a ocupar uma grande parte da mídia e dos interesses. Por  outro lado, a moda alcançou uma grande visibilidade como padrão de estética, comportamento, design e inovação, que lhe permite transferir esses conceitos para marcas e produtos não diretamente relacionados ao vestuário, tais como refrigerantes, automóveis, celulares e até bancos – principais patrocinadores dos grandes eventos de moda. Finalmente, moda e gastronomia são atividades que misturam design e arte e que têm uma incrível proximidade com o corpo humano: uma o veste, a outra o alimenta. Em suma, são dois importantes setores econômicos que possuem uma profunda sinergia entre si.

COL – Fale-nos o que é exatamente o Concurso Cardápio de Moda e quais seus objetivos?

AR – O Cardápio da Moda é um concurso no qual é fornecido um tema aos participantes, que devem fazer uma pesquisa e desenvolver uma coleção que represente a sua visão desse tema. O objetivo é revelar e incentivar o desenvolvimento de novos talentos no setor de moda, permitindo que jovens universitários tenham os seus trabalhos avaliados e julgados por uma Comissão formada por alguns dos principais nomes da moda brasileira, e que os vencedores tenham ampla exposição na mídia, alavancando assim as suas carreiras, constituindo-se no principal concurso brasileiro na área de moda.

COL – Como surgiu a parceria entre a IBM Moda e a Pizza Hut para a criação deste concurso?

AR – Já havia uma proximidade entre as duas empresas, e surgiu a idéia de fazer uma experiência e realizar o concurso, que prontamente contou com oi apoio do STB. A partir do conhecimento obtido com essa edição, e do seu enorme sucesso, as demais edições foram acontecendo naturalmente.

COL – Quais as novidades e o Tema para a próxima edição do concurso?

AR – Essa edição, a 4ª, já contou com uma série de novidades, entre as quais a principal foi a realização de um desfile, elevando o Concurso a um novo patamar. Em função dessa nova abordagem, resolvemos nos concentrar na produção do desfile dos 5 finalistas, do qual sairá o vencedor da 4ª Edição, e que já conta com parceria de grandes nomes, como o Colégio Dante Alighieri, onde será realizado o desfile, Vicunha Textil, uma das maiores tecelagens de Malhas e índigo e vencedora do Prêmio ABERJE 2008, que auxiliará no processo de confecção dos looks, YKK, uma das mais importantes referências de aviamento internacional com atuação em marcas como Amapô e Alexandre Herchcovitch e Gênesis Tintas, que participa na estamparia de marcas como a Marisol e Cavalera.

Em função da complexidade que envolve esse novo projeto para as empresas patrocinadoras, tomou-se a decisão de focar ma finalização da 4ª Edição, fazer uma avaliação do evento como um todo e repaginá-lo para a próxima edição, que deverá ser lançada somente em 2010. Dessa forma, não há ainda direções estratégicas bem definidas,tampouco um tema escolhido. Mas temos a certeza de que a 5ª Edição terá, como sempre, um tema atual, inovador e desafiante, e que o Concurso estará num novo patamar, numa posição de destaque no calendário brasileiro da moda.

COL – Quem compõe a Comissão Julgadora do concurso?

AR – A Comissão Julgadora é composta por nomes de destaque na moda, design, gastronomia e outras atividades correlacionadas, como por exemplo paisagismo. São executivos, designers, estilistas, jornalistas que contribuem com a sua visão para engrandecer o concurso.

COL – Os participantes são na sua maioria, de escolas de moda de toda a América Latina, porque abrir o leque para alunos de outros países?

AR – O Cardápio da Moda atinge anualmente cerca de 20 mil estudantes do Brasil e da América Latina, e mais de 30 mil profissionais do setor da moda, ligados às principais empresas têxteis nacionais. Resolvemos expandir esse universo também para a América Latina como um primeiro passo para, quem sabe um dia, darmos ao Concurso um caráter mundial, tornando-o cada vez mais difícil e concorrido, fazendo com que assim os estilistas brasileiros consigam se desenvolver cada vez mais.

COL – André quem pode participar deste concurso?

AR – O concurso é aberto a estudantes e jovens profissionais (estilistas que já são formados ou que já atuam na área, mas que nunca participaram de um grande evento de moda).

COL – Quais os prêmios para o ganhador?

AR – Todos os cinco finalistas ganham um curso do IBModa e um mês de pizza grátis na Pizza Hut de São Paulo. O vencedor receberá um curso de Italiano pela Escola Linguadue de Milão, com todas as despesas de viagem e hospedagem pagas.

*Diretor executivo do IBModa – Instituto Brasileiro de Moda e editor da revista digital www.antennaweb.com.br , é especialista em Análise de Tendências do Comportamento e Consumo, e em Estratégias Competitivas no Setor de Moda. Presta consultoria e ministra aulas e palestras relacionadas aos temas em alguns dos principais cursos MBA e eventos de moda do Brasil. É doutor e mestre em Administração pela FEA/USP, especializado em Comportamento do Consumidor pelo FIT/USA, pós graduado em Marketing pela ESPM/SP e em Administração pela FGV/SP. Foi executivo de marketing em empresas nacionais e multinacionais.

Carla Kiyokawa faz um intervalo para conversar com exclusividade para o Closet On Line

Closet On Line – Como surgiu a idéia do Brazil Fashion Cruise?

Carla Kiyokawa – ADreamakers Travel & Consulting elaborou o cruzeiro “Brazil Fashion Cruise” em parceria com a Cia. marítima MSC Cruzeiros, e com patrocínio da Facex Comércio Exterior, com o objetivo de levar a bordo um público diferenciado com interesse nas tendências de moda, música e arte. A idéia é fazer com que este público segmentado, assim como os novos adeptos presentes no navio, passe uma semana juntos viajando pelo litoral brasileiro, aproveitando não só os destinos e a estrutura do navio, mas principalmente as atividades promovidas pelo evento, como: desfiles de moda, palestras, exposições de arte, live paitings, festas, entre outras apresentações de interesse presentes na trilogia do BFC – moda, música e arte.

COL – Qual a visão estratégica da DreaMakers para a realização deste projeto inovador?

CK – É trazer ao seu público e parceiros um evento totalmente diferenciado e surpreendente, que cresça cada vez mais com novos adeptos, levando a oportunidade de se criar laços e grandes vínculos entre aqueles que participam do evento, pelo fato de proporcionar uma semana super agradável e cheia de atividades segmentadas para todos aqueles presentes a bordo.

COL – Foi  realizado o concurso Top Fashion Cruise 2009 em parceria com a agência Ten Model Management com o objetivo de revelar um novo rosto no mundo da moda. Qual a importância em sua opinião de ser realizados concursos como este em dias atuais?

CK – Os concursos sempre levam a oportunidade da concretização do sonho de muitas meninas virarem TOP Models, e através deles que muitas TOPs são reveladas, fazendo sucesso internacionalmente. O TOP Fashion Cruise foi elaborado para ser muito mais que um simples concurso, pois as meninas finalistas já tem como desafio desfilar para grandes estilistas em uma semana de moda na sua etapa final, e serem notificadas pelos mesmos e outros profissionais. Além de serem fotografadas, filmadas, entrevistadas, participarem de ensaios fotográficos, e com público de mais de 3000 pessoas na expectativa de quem será a grande vencedora, tem a oportunidade de conhecer um pouco mais de seu país, viajando pelo nordeste em um navio super sofisticado, onde elas devem se comportar como profissionais Tudo isso é avaliado.

COL – Como  os segmentos Moda e Turismo se agregam?

CK – A essência do Brazil Fashion é a união destes dois segmentos. Uma semana de moda faz com que pessoas se desloquem para participarem do evento, envolvendo meios de transporte, hospedagem, gastronomia, compras e passeios aos mais interessados. Além disso, leva sempre um pouco do destino, suas tendências, sua temporada, clima, cultura local … E no BFC conseguimos fazer tudo isso de foram ainda mais completa e dinâmica, pelo fato de manter todos a bordo de um navio, onde o próprio cenário é um empreendimento turístico com muitas opções de lazer, um navio novo e sofisticado, que inclusive é uma tendência no segmento, e que nos proporciona lindas vistas de nossa costa brasileira, além das paradas em diversos portos para visitação.

 

COL – Como é elaborado o line-up de um evento em alto mar?

CK – O Line-up de um evento normalmente é baseado nas festas a bordo, porém o line-up do BFC por ser uma semana de moda, foi elaborado não só para as festas, mas também para os lounges das marcas de moda e trilhas sonoras aos desfiles, uma vez que cada apresentação foi vinculada a um DJ ou produtor diferente. Além de apresentações noturnos, tivemos sunsets, workshops e palestras mostrando as novidades da música eletrônica, da produção e arte digital. Nesta edição fechamos uma parceria com a agência Smartbiz for DJs, que nos apoio neste quesito, levando seus melhores profissionais para se apresentarem no navio.

COL – Quais foram os resultados positivos no final do cruzeiro?

CK – Ficamos muito satisfeitos nesta primeira edição com o resultado final, por conseguir levar grandes nomes do mundo da moda, da música e da arte, e por conseguir apresentar tantas atividades aos participantes. Os desfiles foram incríveis, alguns deles com maior destaque, também pelo desempenho do próprio estilista e de sua equipe, as trilhas sonoras e lounges com os DJs se encaixaram perfeitamente no perfil do evento, e as intervenções de arte demonstraram ainda mais a diversidade e liberdade de expressão significativa que levamos a bordo. Foi um trabalho muito intenso, mas certamente todo esforço valeu muito. Sempre temos detalhes a serem melhorados, e certamente a segunda edição virá ainda mais completa e estruturada, com um número maior de hóspedes interessados nos temas apresentados no evento.

COL – O evento vai acontecer outras vezes?

CK – Já temos data marcada para segunda edição, que acontece dia 30 de janeiro de 2010 no navio MSC Orchestra, que vem pela primeira vez ao Brasil e será um grande destaque. Já é possível inclusive fazer as reservas de cabines entrando em contato com a Dreamakers Travel & Consulting.

COL – Quais as novidades para a próxima edição do Brazil Fashion Cruise?

CK – O  que iremos apresentar na segunda edição, além de tendências e toda estrutura já citada em moda, música e arte, é levar ao MSC Orquestra um evento ainda mais estruturado e cheio de novidades que serão lançadas em breve a todo público. O que podemos adiantar é que teremos grandes novidades apresentadas em parceria com a Facex Comércio Exterior, que leva as marcas as quais faz exportação para desfilarem no navio, além de novos nomes também nos outros segmentos.

COL – O  que o viajante pode esperar, ao embarcar nesta viagem?

CK – Uma estrutura incrível oferecida pelo navio MSC Orchestra, inaugurado em 2007 e totalmente estalizado, muita diversão na parte de entretenimento a bordo, sofisticação nas noites a bordo, cenários maravilhosos do nordeste brasileiro, tendências de moda de marcas conceituadas, desfiles com lindas modelos finalistas do TOP FC, intervensões de música e arte, além de atividades de interesse do grupo abordado e possibilidades de novos contatos profissionais e pessoais.

Entrevista com Gilberto Ramos, Presidente Nacional da Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo

Closet On Line – Empresas brasileiras de calçados, tecidos, vestuário e jóias desembarcam há vários anos na Rússia, encontrando oportunidades para quem souber construir relações sólidas. Fale-nos um pouco sobre isso?

Gilberto Ramos – O mercado na Rússia hoje em dia é o 5º maior do mundo no setor de moda, vestuários e grifes, o 3º no setor de jóias, e são diversas as empresas e estilistas nacionais que estão explorando estes segmentos naquele país. Calçados brasileiros são vendidos para lá desde o início da década de 80, e fomos pioneiros na abertura de uma fábrica de jeans naquela mesma época: a Staroup. Hoje a concorrência é gigantesca, mas a pode se dizer que a demanda é ainda maior, o que justifica a investida de empresas brasileiras e uma atuação mais agressiva e pró-ativa. Estão presentes nas principais cidades a maioria das grifes internacionais, como Dior, Prada, Ermenegildo Zegna, Giorgio Armani, sem falar de enormes lojas da Shiseido, Helena Rubinstein, Paco Rabanne, Ferrari, Masseratti, Rolls Royce, etc. Apesar da crise internacional, acredita-se que, após um período de certa estagnação no país – como no mundo todo – em 2010 os negócios tenderão a voltar com força.

A “tupiniquim” H. Stern, afiliada de nossa entidade, abriu em um espaço de menos de um ano a sua terceira loja em Moscou (na belíssima galeria GUM, em frente à Praça Vermelha e ao Kremlin), e sabemos que as vendas deles na Rússia são recordes, em comparação com as de outros países, tendo sido atingidas em escala bem inferior do que, por exemplo, nos EUA, França e Alemanha.

Além disso, para se ter uma idéia há presentes em torno de 120 grupos ocidentais de lojas de departamentos, com milhares de unidades espalhadas por todo o território russo. 30% delas praticam baixos preços, 55% são destinadas ao segmento médio, e os restantes 15% mais voltadas às classes de alta renda.

COL – Antigamente identificar um produto no segmento de moda no Brasil e vendê-lo na Rússia passava-se no mínimo 06 meses. Quais os entraves hoje?

GR – Desconheço  este dado, mas certamente o principal “entrave” é o desconhecimento do mercado, de suas especificidades e tendências em geral. Isso se dá não apenas no que se refere à Rússia, mas como a qualquer país do mundo. Nossa entidade sempre recomenda às empresas brasileiras que desejem ingressar com seus artigos na Rússia que antes contratem uma pesquisa específica de mercado, na qual poderão obter não só listagens dos potenciais clientes (importadores, distribuidores, atacadistas e varejistas), como também as tendências sócio-econômicas, consumo por faixas etárias, classes sociais, regiões, principais concorrentes, impostos e taxas incidentes na importação, etc. Recomendamos também que, para a conquista do mercado, as empresas disponham de um mínimo de capital para alocar no país, seja num escritório de representação, até mesmo investindo em parceria com o seu cliente, e, mais para a frente, podendo até investir em parceria com sua contraparte russa na distribuição, ou mesmo na abertura de uma planta industrial, como se deu ultimamente com a Sadia, Marco Polo (ônibus e carrocerias) e Metalfrio (refrigeradores e câmaras frigoríficas).

Contra indicamos fortemente que empresas nacionais sigam para eventos na Rússia sem conhecer minimamente o mercado que pretendem abordar. A Câmara Brasil-Rússia mantém convênios operacionais com os principais órgãos russos de pesquisa de mercado e análises em diversos setores da economia local, que são de enorme utilidade às companhias que têm desenvolvido operações com aquele país.

COL – Como você menciona, a Rússia vive uma febre de aberturas de empresas famosas. Na travessa Tretyakovsky, enfileram-se lojas Armani, Tiffany, Prada, Gucci entre outras. Este é um símbolo da nova riqueza?

GR – Creio que possa se dizer que a principal “riqueza” russa encontra-se no seu potencial de dar a volta por cima das dificuldades, tendo saído de uma economia totalmente centralizada no final dos anos 80 para uma economia de mercado, passando por crises violentas nos anos 90, até o ‘default’ em 1997, atingindo hoje o status de membro do G-8, as nações mais poderosas do planeta.

As taxas de analfabetismo russas representam um ‘traço percentual’ (inferiores às da Suíça e Noruega, por exemplo), e o número de profissionais com doutorado é o maior do mundo (proporcionalmente à população).

COL – Antes da crise, a estimativa de negócios no mercado russo do vestuário, moda e grifes para 2010 era de US$ 45 bilhões. Quais os efeitos da crise diante desta estimativa?

GR – Comodito acima, certamente haverá certa estagnação em 2009, com o potencial de voltar a crescer dentro de um a dois anos. De toda forma, quando se fala de ‘grifes’ e vestuário de alta costura, as classes endinheiradas certamente não serão tão afetadas quanto as outras. Segundo pesquisa de mercado contratada por nossa entidade em 2008, o mercado de vestuário, moda e grifes vinha crescendo na Rússia desde 2006 em cifras de 15 a 25%, dependendo do nicho.

Dessa forma, se os produtores brasileiros (empresários, industriais, estilistas, designers, etc.) desejarem estar presentes com suas coleções na Rússia e efetuarem vendas para aquele país, esta crise pode significar uma boa oportunidade para iniciar-se um movimento exploratório – no mínimo, pois o mercado de lá continua consumindo.

COL – Gilberto, você é também considerado uma espécie de “embaixador informal” da moda russa do Brasil. Gosta da moda que vem de lá?

GR – Isso é mais por conta de minha amizade com os produtores e diretores das “fashions russas”, do que por ser um operador efetivo deste segmento…! Eles me chamam assim por já ter levado várias delegações brasileiras aos eventos de lá, em especial à “Russian Fashion Week”, que é uma exibição não apenas russa, mas também de estilistas internacionais.

A propósito, somos da opinião que as nossas “fashions”, em especial a do Rio de Janeiro e de São Paulo, ganhariam em visibilidade se trouxessem às suas exibições estilistas de renome internacional, atraindo igualmente mais compradores para as nossas próprias coleções.

A produção russa é diversificada, e voltada para os hábitos mais europeus, e ao clima local. Em contrapartida, como o Brasil “é fashion” lá (…!), o espaço para a penetração de nossos produtos é gigantesco. Há uma admiração enorme pelo Brasil por parte da população russa, e isso já é um facilitador para qualquer campanha séria de marketing que possamos empreender por lá.

COL – A  Moda brasileira quer conquistar a Rússia?

GR – Espero que queira…! Em nome do crescimento do segmento produtivo brasileiro, e considerando-se todas as informações e premissas que passo aqui, é definitivamente um mercado interessantíssimo, e deve ser explorado sem dúvida, tomando-se toda a cautela com os parceiros, e procurando os interessados cercar-se das informações necessárias.

Inclusive fomos há três anos patrocinadores de um acordo operacional entre o Sebrae e a Associação da Pequena e Média Empresa da Federação Russa, cujos principais pontos versam justamente sobre vestuário, confecções e artesanato. Os russos têm muito interesse em nossa produção.

Temos também conversado com a ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), que mantém acordo com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção às Exportações e Investimentos) que estão focando a Rússia já a partir de 2009 como país prioritário, e o setor de moda e confecções certamente será contemplado. A ABIT também polariza e distribui os recursos que recebe da ApexBrasil que se destinam às empresas afiliadas à ABRAVEST (Associação Brasileira das Indústrias do Vestuário).

COL – Você  menciona ter participado de algumas edições do “Russian Fashion Week”. Em sua opinião é uma semana de moda que pode ser comparada com as mais importantes do mundo?

GR – Pela presença de empresários internacionais de círculos de negócios da Moda, e dos profissionais da mídia especializada, creio que sim.

Há inclusive um convite dos organizadores para que se organize proximamente um “Dia da Moda Brasileira”, ou ao menos um painel, oportunidade que, acredito, não deve ser desperdiçada pelos profissionais nacionais.

COL – Qual   sua opinião sobre o jornalismo de moda produzido na Rússia?

GR – Pelo que temos conhecimento, todas as revistas e os meios da mídia internacional, estão atuando fortemente no mercado russo, incluídos os portais e blogs específicos de moda. De toda forma, por eu não ser um grande “especialista” no tema, faço desde já uma sugestão e, na qualidade de “embaixador informal da moda russa no Brasil”, um ‘convite’ para que vocês próprios avaliem isso pessoalmente ‘in loco’ em uma oportunidade próxima…!

Fematex 2009 abre o calendário de bons negócios para indústria de confecção e de moda em Blumenau

A “Fematex 2009- Feira Internacional de Materiais para a Indústria Têxtil e de Confecção” será realizada nesta semana, entre amanhã (03/02) e sexta feira (06/02), no Parque Vila Germânica, em Blumenau, SC. O evento, que está em sua segunda edição, é promovido pelo Sintex- sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau e organizado pela Vale Feiras & Eventos.

A feira deve gerar cerca de 800 postos de trabalhos, além de movimentar profissionais e empresas de hotelaria, restaurantes, turismo, transportes e trabalhos temporários de mão-de-obra de montagem, limpeza e decoração.

Entre os diferenciais do evento destaque para o “Fórum de Tendências- espaço que apresenta toda a gama de cores temáticas para a primavera-verão 2009/2010 e um preview do alto verão 2010, além de lançamentos dos expositores.

O “Espaço Informação, Moda e negócio” complementa as informações sobre o segmento têxtil e de criação de moda através de uma programação especial de palestras.

Quer saber mais? Visite o site www.fematex.com.br

Fonte: Sintex

Entrevista com o Fotografo de Moda Rodrigo Braga.

Closet On Line- Conte-nos sobre a sua formação acadêmica? Em sua opinião como é a atual qualidade dos cursos na área de fotografia?

Rodrigo Braga– Cursei o Politécnico de fotografia na UNESA/RJ, no ano de 2001. Os cursos atuais estão com uma parte técnica muito eficaz, sei disso porque meus assistentes ainda são acadêmicos de fotografia e estou sempre debatendo com eles as cadeiras e matérias desenvolvidas em classe e fico muito feliz. Futuramente teremos pessoas mais preparadas para entender e discutir fotografia.

COL- E como foi a sua entrada para o Universo da Moda?

RB- Quando morei no Rio de Janeiro, trabalhei como assistente de fotografia para grandes fotógrafos de Moda, conseqüentemente fui conhecendo pessoas e me interessando pelo segmento e de como funcionava o papel do fotógrafo diante das modelos e dos produtores, logo tudo fluiu normalmente para esta escolha.

COL- Qual o melhor caminho para se tornar um fotógrafo de Moda?

RB- Tornar-se assistente de um bom fotógrafo é fundamental! Sei que muitas vezes é muito difícil, pois os grandes profissionais desta área geralmente já possuem uma equipe, mas insistam, pois este é o caminho das pedras.

COL- Detalhe um case de um Editorial de Moda, interessante em sua carreira?

RB- Tenho um case bem interessante, foi uma trilogia fotográfica dos anos 50’, 60’ e 70’, na qual investi mais de um mês de pesquisa. Vi muitos filmes, livros, internet, brechós, enfim tudo que você possa imaginar como fonte de pesquisa, eu estava lá fuçando. Também estudei as tendências da época, em maquiagem, figurino e cenários destas épocas, o resultado foi um belo editorial.

COL- O que faz um fotógrafo de Moda?

RB– Alguns acham que o equipamento faz o fotógrafo, mas hoje qualquer pessoa possui uma câmera digital, todo mundo fotografa. O que realmente diferencia é o olhar de cada um e para isso precisa de muitos estudos; de história da arte, passando pelos livros, cinema e teatro. Em cada um destes lugares você vai extrair as referências que de alguma forma te causam uma sensação, um sentimento e conseqüentemente os trabalhos vão nascendo e se concretizando.

COL- Conte-nos um pouco sobre o seu dia a dia?

RB- O Fotógrafo de Moda não fotografa todos os dias, mas não é por isso que ele não trabalha. Você adquire certa disciplina, o prazo entre as fotos serve para você estudar uma luz nova, aprimorar os seus conhecimentos em história da arte, saber quem são as modelos que estão no mercado, ver as novas tendências do mercado, as novas coleções que estão sendo lançadas. A soma disso tudo constrói um trabalho refinado.

COL- Como está o mercado de trabalho em fotografia no Brasil?

RB- Como em todas as áreas, na fotografia não é diferente. Há grandes profissionais no mercado e formar uma base sólida em conhecimento, requer investimento em bons cursos. Esta é uma dica para quem deseja se destacar.

COL- Quais os planos de trabalho para o ano de 2009?

RB- Estou com alguns projetos em andamento e um deles é em publicidade. Neste último mês fiz grandes campanhas (Vale do Rio Doce e kaiser) para a América latina, que logo estará nas mídias.

COL- Como você enxerga o Jornalismo de Moda no Brasil?

RB– O jornalismo de Moda tem melhorado a casa semana no Brasil, as pessoas têm sede de informações e estão sempre buscando coisas novas e a Internet acelera todo este processo. Hoje se discute mais Jornalismo de Moda, o que não ocorria

Fotos: Acervo Rodrigo Braga

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