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Category Archives: Entrevistas

Cinco livros que você precisa ler para entender melhor Moda

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Para mais uma dica dos cinco livros que você precisa ler de moda, tivemos a Maria Auxiliadora Costa, mais conhecida como Dhora para falar um pouquinho de suas sugestões. Dhora que é Mestre docente no Centro Universitário Belas Artes, Istituto Europeo di Design e Consultora de Imagem e Moda veio de Curuaru e hoje está aqui em São paulo. Tem diversas outras formações e cursos como doutorando em Comunicação e Semiótica pela PUC-São Paulo, Mestre em Comunicação pela UNIP, Especialista em Consultoria de Imagem de Moda pelo Istituto Marangoni – Paris, Especialista em moda e criação pela ESMOD (l’Ecole Supérieure des Arts et techniques de la Mode) e Faculdades Santa Marcelina – São Paulo. Graduada em Administração pela UNICAP – Universidade Católica de Pernambuco. Veja as dicas que ela dá sobre os 5 livros de moda que você precisa ler, inclusive um deles, sendo seu próprio livro.

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1- A História das bolsas (Dhora Costa) – é um livro fácil de ler,que abrange vários assuntos, além das bolsas. O livro apresenta um panorama histórico do século XIX, XX, até os nossos dias. Quem lê o livro aprende não somente sobre os modelos de bolsas, mas aprende sobre moda e o contexto da época na qual a bolsa está inserida.
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2-Do tornozelo para baixo (Rachelle Bergstein) –  trata do calçado como um objeto do fetiche feminino. Procura explicar a fascinação das mulheres independente da classe social e o que existe em um par de sapatos que encanta tanto as mulheres. Contando com histórias e registros do mundo da moda, o livro procura  desvendar tudo sobre os sapatos. Além disto, o livro mostra a evolução da mulher moderna  e da moda que reflete – e molda  e o quanto estes assuntos contribuem para completar o universo feminino.
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3-Princípios de gestão de negócios de moda (Susan Dillon) – é essencial para quem deseja entender sobre  negócios da moda. O livro apresenta de forma objetiva assuntos como:  análise dos processos, funções e objetivos que definem este setor multifacetado. O livro analisa conceitos como a previsão de tendências, a comunicação e a tecnologia aplicadas à moda, as compras, a logística e as cadeias de suprimentos, o marketing e as iniciativas empresariais, conceitos que são a base para a formação de todo e qualquer profissional de moda.
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4-Psicologia do Vestir (Umberto Eco) – uma coletânea de textos com filósofos, sociólogos e estudiosos da moda, embora seja  mais antigo, é um livro que apresenta alguns conceitos básicos sobre moda jovem e moda masculina e que coloca o leitor diante de algumas perspectivas que na época eram embrionárias.
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5-Filosofia da moda e outros escritos (Georg Simmel) – Georg Simmel, sociólogo do século XIX escreveu vários artigos nos quais ele ressalta a importância da moda e sua influência na sociedade, na formação do conceito de modernidade do Século XIX. Os artigos publicados no livro em pauta é pioneiro no que se refere a tratar da moda como um assunto relevante na construção social do indivíduo.

Projeto Ponto Zero leva estilistas para a Europa

Gralias - Marco Torelli(Foto por:  Marco Torelli)

Os designers recém formados, que fazem parte do Projeto Ponto Zero estão levando sua moda para Europa no próximo mês. As grifes Cynthia Hayashi, Karin Feller, Spirodiro Gabriela Sakate, Helen Rodel, Trendt e Der Metropol e Gralias farão uma extensão internacional da Casa dos Criadores em parceria da Texbrasil, Apex e Abit. Eles irão expor no dia 3 de julho suas peças para buyers e imprensa durante um jantar na embaixada brasileira em Londres e após a exposição viaja rumo a Paris, onde entre os dias 6 e 9 participam do Who’s Next Prêt-à- Porter, que é organizado pela Altaroma em parceria com a Vogue Itália e um dos eventos mais aguardados pelos integrantes da indústria da moda internacional que busca novos talentos.

O Closet Online conversou com a Julia Guglielmetti, da Gralias para saber um pouco mais da importância dessas oportunidades para quem está começando no mercado, confira abaixo:

O Projeto Ponto Zero tem sido um empurrão na nossa marca. Eu e a Grazi Cavalcanti trabalhamos juntas desde 2010 com figurino. Resolvemos lançar a grife de moda  ano passado e então nos inscrevemos para o concurso.

O programa da Abit traz bastante visibilidade para a Gralias que ainda está tomando forma e isso é uma ótima maneira de começar. Desde dezembro de 2012, quando vencemos o Ponto Zero, tivemos uma apresentação, junto com outras marcas do programa, para jornalistas de cinco veículos de Londres, outra para jornalistas do How To Spend, do Financial Times, e em julho embarcamos para Londres, onde vamos fazer uma exposição dos nossos looks das coleções de Inverno 2013 e Verão 2014 e em seguida partimos para Paris, onde vamos participar da Who’s Next.

Em Londres, além da exposição, apresentaremos nosso vídeo-conceito da coleção de Verão 2014 e na feira de Paris será o lançamento da primeira linha comercial da Gralias, que no Brasil começará a ser comercializada em agosto e conta com peças bem coloridas, com muitas estampas alegres e bordados.

Já temos alguns pedidos de multimarcas, então o plano para o futuro da marca a curto prazo é terminar de montar nosso showroom e vender pela internet. Entre os planos de longo prazo está abrir uma loja própria.

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Gralias convida para o desfile de Verão 2014 from Gralias on Vimeo.

Mais uma parceria de H&M

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E desta vez a escolhida pela marca multinacional de fast-fashion é a francesa Isabel Marant!

A estilista ficou honrada com o convite, e disse que a marca sempre teve ótimos estilistas, então esta muito empolgada com as peças que estão por vir.

”Queremos uma coleção fácil e sensual, algo que combine com tudo e seja um desejo da mulher usar todos os dias”, diz a designer.

A coleção estará disponível em outono nas 250 lojas para mulheres, adolescentes e pela primeira vez.

Veja o vídeo de como a estilista falou da, novidade:

Camila Ribeiro posa em um editorial exclusivo para o Closet Online

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Camila Ribeiro é uma  das apostas da nova geração das passarelas. A modelo transexual manauara de 23 anos falou para o Closet Online um pouco sobre sua carreira e da importância do respeito as minorias na sociedade atual.

Camila Ribeiro

Closet Online: Quando você iniciou sua carreira de modelo e como foi?

Camila Ribeiro: Há mais ou menos 2 anos, comecei fazendo fitting para um amigo da faculdade, e depois fotografei para o TCC deste mesmo amigo. As fotos foram elogiadas por muitos, que falavam para eu procurar uma agência. Em uma viagem a São Paulo, fui a agência JOY, passei por uma votação, e fui bem recebida por todos.

CO: Quando surgiu a oportunidade de posar para a revista Candy e como foi fazer o ensaio para uma das primeiras publicações que se dedica a quebra de preconceitos?

CR: Fui apresentada pelo meu booker Heitor Botini ao produtor Marcio Banfi, que estava com uma pauta para a revista europeia Candy. Ele apostou na ideia e o resultado foi ótimo.

Foi incrível participar da publicação. Sempre admirei a revista e acompanhei suas novidades. A Candy tem uma estética muito boa e sofisticada, além de expressar de um jeito arrojado um tema tão pertinente na atualidade: a diversidade sexual.

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CO: Quais os seus planos para o futuro de sua carreira?

CR: Não costumo fazer planos na carreira. Aproveito cada boa oportunidade, e dou o melhor de mim em cada trabalho. Vou colhendo os frutos, e vendo o que é ou não é melhor pra mim, sempre respeitando os meus limites.

CO: A sua formação em moda te ajuda na profissão?

CR:  A formação ajuda muito. Gosto de saber o que estou usando, e conhecer a história de determinadas coleções. A modelo precisa personificar o que a marca quer, ter atitude compatível com as expectativas da marca. A informação ajuda muito nisso.

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CO: Você acredita que a Lea T abriu um espaço para as modelos transexuais no mercado brasileiro?

CR:  Sem sombra de dúvidas, sua entrada no mundo da moda rompeu muitas fronteiras. Isso acaba fazendo com que as pessoas tenham um olhar mais compreensível e sensível a respeito das minorias, sejam elas quais forem. Estamos aqui e merecemos respeito como qualquer cidadão.

CO: Você acredita que o preconceito ainda existe dentro da moda e se ele interfere em algo na sua carreira?

CR: Existe resistência do mundo em geral às trans. Infelizmente somos estigmatizadas sob o conceito de marginais.

Na moda ou em qualquer outro mercado, há os que aceitam, e os que não aceitam. Não é um preconceito restrito a este mercado. É uma consciência geral do ser humano que precisa mudar.

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Créditos editorias:

Body: Neon

Calça e Hobby: Thais Gusmão 

Brincos e Anéis: Pablo Lozano

Bracelete: Acervo

Sapato: Acervo 

Cabelo e Make: Equipe Jacque Janine –  Diego Queiroz;

Stylist e produção: Babi Jácome

Fotos:  Francis Engers

Coordenação: Cecilia Lima.

35ª São Paulo Fashion Week, por dentro da cenografia da Bienal

Diferentes universos, luxo, glamour de forma balanceada com as texturas e cores que evocam o norte do Brasil.
Este foi o ponto de partida para os irmãos Campana quando foram criar a cenografia de nova edição do São Paulo Fashion Week. A instalação única deles trazem elementos para o ambiente fashion no meio do sudoeste: o dourado do sol, ráfia da cultura, e a plantas nativas como cactos Mandacuru. Com a simplicidade das formas, o cenário respeita a arquitetura de Oscar Niemeyer e encoraja as pessoas a trazer vida ao espaço.

‘Nós tentamos criar um contraste entre a arquitetura do Niemeyer com nosso conceito de cenografia’, explica Fernando Campana. ‘Nós ficamos inspirados com o Brasil, com sua natureza, e os Índios. Usamos ráfia(material usado para fazer as ocas -casas dos Índios-, para cobrir o interior e madeira e cactos Mandacaru para trazer o Parque Ibirapuera dentro da Bienal’ Em adicional para o contraste dos materiais, estamos usando papelão com reflexos dourados para criar contraste entre o Fashion Glamour e a puridade da natureza’ acrescentou Humberto Campana.

Fotos por: Francy Barbosa

Eco Fashion Brasil – Confira a entrevista do idealizador do concurso de Ecodesign

Closet On Line – Conte-nos sobre o projeto Eco Fashion Brasil?

Célio Baião – Trata-se de um projeto que visa incutir no meio acadêmico o tema da sustentabilidade na moda,incentivando e valorizando a criação brasileira em ecodesignneste segmento. Em um formato de concurso aberto, visa também a descoberta de novos talentos e o incentivo à pesquisa e utilização de alternativas que gerem ativos sociais e ambientais na concepção do Vestir Consciente.

COL – Há  quanto tempo existe o projeto?

CB – A  idéia surgiu há uns 10 anos quando em um curso de mestrado da qualidade desenvolvi um trabalho com focoem gestão ambiental. Naquele momento a moda brasileira começava a experimentar o boom cujos resultados vemos há algumas temporadas. Vislumbrando então as possibilidades de eco-business neste segmento e, considerando os aspectos sócio-ambientais e culturais na indústria da moda, veio então a idéia do Prêmio Eco Fashion. Após o amadurecimento da idéia e a formatação do concurso, realizamos uma edição piloto cujo resultado nos mostrou que estávamos no caminho certo em nosso intuito de estimular a questão da sustentabilidade na moda. A edição piloto, denominada Eco Fashion Awards, teve 11 finalistas de diversos estados mostrando a moda brasileira em sua diversidade geográfica e conceitual.

COL – Quais os objetivos do projeto?

CB – Além de estimular o Conceito do Vestir Consciente e de revelar novos talentos ao mercado da moda, o projeto busca desenvolver e estimular ações onde a causa da sustentabilidade seja abraçada pelo meio da moda, apresentar ao mercado alternativas corretas para a concepção de vestuário e fomentar estratégias para ações de desenvolvimento sustentável.

COL – Conte-nos sobre o concurso?

CB – O Concurso traz ao participante a oportunidade de descobrir e de ser descoberto; descobrir novas maneiras de fazer moda conectado aos critérios, conceitos e práticas de sustentabilidade elaborados por uma comissão de profissionais de alto nível, e de ser descoberto através do seu talento para fazer moda ecológica que, cada vez mais, vem ganhando espaço em tempos emergentes de preservação da natureza, equilíbrio social e econômico. Neste sentido, cada participante se inscreve apresentando uma mini-coleção, dentro do tema proposto e sobre os pilares do ecodesign.

COL – Como é feito o processo seletivo e quem pode participar?

CB – O público-alvo são estudantes universitários e novos talentos de moda formados há até 2 anos. As inscrições foram feitas através do site do concurso e os projetos enviados para o processo de seleção. Cada projeto foi apresentado contendo o desenvolvimento temático, a descrição da coleção, os croquis, a cartela de cores, as amostras dos materiais, as fichas técnicas e informações sobre os materiais propostos e soluções com base em um conjunto de critérios sócio-ambientais definidos no regulamento do concurso. Foram avaliados a criatividade, o design, a inovação, o desenvolvimento de soluções e o aspecto da sustentabilidade de cada material proposto na coleção.

COL – Como os participantes poderão enviar seus projetos para a próxima edição do Eco Fashion Brasil?

CB – Na próxima edição o mecanismo deverá ser o mesmo: inscrições pelo site e envio do projeto via postal. Qualquer alteração constará do regulamento para a próxima edição.

COL – De que forma vocês escolhem o júri composto por grandes nomes da moda, para cada edição do Eco Fashion Brasil?

CB – Pelo  conhecimento, experiência e visibilidade desses profissionais, tanto para a seleção dos projetos quanto para o júri de premiação. Nesta edição em curso fizeram parte da comissão de seleção para a avaliação de estilo, Beth Prado, Dudu Bertholini e Guilherme Mata. Para a avaliação de sustentabilidade dos materiais propostos tivemos a participação de Ana Cândida Zanesco, do Instituto Ecotece, e de Fábio Souza, do Instituto de Design para Desenvolvimento Sustentável.

Para o evento de premiação o júri será composto por cinco jurados, sendo um deles para o aspecto da sustentabilidade.

COL – Qual a sua visão atual sobre tendência mundial de ecodesign na área da moda?

CB – Não somente na moda, mas nos diversos setores onde o design está presente, a tendência doecodesign é fato e começa também a ser imperativo. E esta tendência, em termos práticos, busca ligar o tecnicamente possível com o ecologicamente necessário, fazendo nascer novas propostas que sejam social e culturalmente aceitáveis. Isto exige uma nova cultura, tanto acadêmica quanto empresarial. Mas os benefícios são evidentes nos aspectos de custo, inovação, identidade, imagem, integração a sistemas de gestão ambiental, ganhos ambientais, ganhos econômicos e para a conquista de um diferencial competitivo.

COL – Como você vê a questão de sustentabilidade através da moda?

CB – Vejo como mais uma possibilidade de conscientização da sociedade para a questão sócio-ambiental. Um outro objetivo que temos para o projeto é o de executá-lo sob filosofia e diretrizes sócio-ambientais, e da moda como cultura, pelo motivo de a moda ser uma extensão da personalidade e do comportamento humano, que reflete a evolução da sociedade e de seus grupos sociais ao longo dos séculos.  E nestes tempos onde a deterioração das condições ambientais em nível global é fato, esta “evolução da sociedade” inclui a relação com a questão da sustentabilidade ambiental e econômica.  Por isso concebemos o Prêmio Eco Fashion Brasil como um processo incentivador à descoberta e à utilização de alternativas ambientalmente corretas na moda, buscando estimular o “Vestir Consciente”.

COL – Quais os planos do Eco Fashion Brasil para 2009?

CB – Nosso objetivo é o de consolidar o projeto e, com muito trabalho e resultados, conquistar um espaço no calendário oficial da moda brasileira. Alvejamos lançar a próxima edição logo após a conclusão da edição em curso, que se dará no início de março.

O site oficial do evento é:

www.ecofashionbrasil.com.br as inscrições para a premiação de 2009 ainda não estão abertas, mas será divulgada pelo Closet On Line.

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