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Category Archives: COLUNISTAS

Interpretação de Signos e Marketing da arquitetura de vitrines

Principal foco da monografia é traçar um paralelo entre a semiótica e a moda, entender os funcionamentos estratégicos, táticos e criativos das vitrines, e de suas arquiteturas, percebendo assim quais as linguagens para seduzir o target (público alvo).

Monografia feita por Danieli Cabral Santana na Universidade Anhembi Morumbi

Danieli Cabral, 28 anos de idade, graduada em Publicidade e Propaganda e Pós graduada em Jornalismo de moda e estilo de vida pela Universidade Anhembi Morumbi.

Atuou em Empresas de grande porte como a Microsoft em marketing de relacionamento. Em agências publicitárias como a Lage Magy onde trabalhou com contas como Ellus, Besni entre outras.
Email: oceansp@yahoo.com.br

Para visualizar a monografia completa  faço o download:

Download

A Moda de Evita

O ícone de moda dos anos 40 Evita Perón, retrata a importância das influências sócio-econômicas, tecnológicas e políticas da moda representada através do vestir quando busca a identidade no vestir em cada fase de sua vida sem abandonar suas características individuais. Cores texturas foscas e brilhosas, a formalidade e suntuosidade (signos) compõem o processo de comunicação entre ídolo e fãs que interpretam cada signo, segundo seus conceitos culturais políticos e econômicos.

Os autores:

Renato Celestino Guedes

Estudante de graduação em Licenciatura em História. Cursou de economia doméstica até o sexto período. Atualmente dedica-se ao estudo de história, moda, cultura Eva Perón, educação jesuítica na colônia, artes, Zuzu Angel e Carmen Miranda. Foi monitor da área de alimentação e nutrição do DED/ICHSIUFRRJ e pesquisa relacionada à juventude rural nos movimentos sociais. Foi monitor da disciplina metodologia da ciência pelo DCLS/ICHS/UFRRJ período 2007 Foi estagiário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro como bolsista de iniciação científica 2005/2006. Tem experiência na área de Psicologia e metodologia, com ênfase em Psicologia Atuando principalmente nos seguintes temas: moda, educação, história, cultura, alimentação, psicologia, meio ambiente, extensão, anomia e interdisciplinaridade.

CV  http://lattes.cnpq.br/2711487869610121

Edilene Lagedo Teixeira

Graduada em Economia Domestica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1979) e mestre em Ciência da Motricidade Humana pela Universidade Castelo Branco (1998). Atualmente é professor adjunto III da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Economia Doméstica, com ênfase em Economia Doméstica, atuando principalmente nas seguintes temáticas: economia doméstica, moda e comunicação, estilo e criação, educação ambiental, saúde social, interdisciplinaridade/multidisciplinaridade e educação.

CV  http://lattes.cnpq.br/7999998951845884

Fabiola de Sousa Pinto

Discente do Curso de Economia Doméstica,  DED/ICHS/UFRRJ tem trabalhos  relacionados à  extensão e pesquisa. Atualmente é estagiária da Biblioteca Central da UFRURALRJ

Hozana Regiane da Silva

Discente do Curso de História DLCS/ICHS/UFRRJ. Tem trabalhos relacionados à cultura e extensão. Atualmente é estagiária da Biblioteca Central UFRURALRJ

Clique aqui para baixar o arquivo

Moda e Literatura

Roland Barthes abre um de seus brilhantes ensaios afirmando que a mensagem é mito, e a partir disso deslinda parte fundamental da teoria semiótica, algo que não me aventuro nessa lauda tão restrita a expor. Interessa-me, porém, a idéia genial de que, à nossa volta, edificamos, e vemos edificarem, mitologias das mais diversas naturezas. Consumismo, narcisismo, valores morais (positivos ou não), referentes ideológicos, verdades. Em meio a tudo isso, a moda; de longe, como observadora aquilina, a Literatura.

O fascínio humano pela veste, pela materialidade dos tecidos, das rendas, do couro, das cores, é algo presente na Literatura Ocidental desde os textos fundadores, com Homero e os trágicos clássicos. Na Odisséia, por exemplo, o ato de tecer figurativiza a persistência e fidelidade de Penélope, esposa do heróico Ulisses, que aguarda, por vinte anos, o retorno do amado. O cíclico fiar e desfiar da personagem é tradicionalmente interpretado como metáfora do amor supremo, ou mesmo de resistência moral da mulher grega; não é desprovida de fundamento, porém, a relação do ato de tecer com o apego feminino pelo tecido, pelo entremear dos fios e a força simbólica que tal arte (ou artifício) faz recair sobre o próprio mito da mulher – isso já na Grécia dos primórdios da civilização.

Eurípedes, em sua tragédia suprema, Medéia, suplanta a resignação humana perante os caprichos divinos e traz para o teatro não o desenrolar de atos acima do controle humano, como seus antecessores (Ésquilo e Sófocles), mas tão-somente a história de pessoas e suas paixões. Medéia é arquétipo da mulher que, passados os anos da juventude, vê-se marginalizada no amor e no desejo. Seu “homem”, Jasão – posto que a relação entre eles fosse desde sempre uma subversão – abandona-a e decide casar-se com uma mulher mais jovem. Beleza, desejo, auto-estima; Medéia é espelho do sentimento feminino que, por não poucas razões, não possuía voz na Grécia da época. Submissão, resignação e sentimentos desimportantes refletem a mulher grega, dentre eles a vaidade. Medéia é ardilosa, sagaz – se já fora capaz de matar o irmão para ficar com Jasão, que outras artimanhas cruéis não se poderia esperar da mulher ferida no íntimo de seu amor próprio? Pois dentre tudo que ela poderia fazer (diziam-na bruxa), ela escolhe seduzir a rival usando como isca uma peça de vestuário, um item que poderia passar despercebido à filha de um rei (considerando-se que provinha da ex-amante de seu futuro marido), mas não passou. A sedução da roupa sobre a mulher foi a fraqueza que Medéia encontrou para operar sua vingança, imortalizando assim a dualidade da vaidade e o fetichismo da moda, não apenas sobre as mulheres.

Não podemos nos esquecer que na refinada corte francesa dos séculos XVI, XVII e XVIII, futilidade, luxúria e Literatura eram praticamente primas-irmãs. Nas narrativas de Sade, de Crébillon e de Denon, poetas supremos da literatura licenciosa que, depois, teria suas fileiras engrossadas por Chordelos de Laclos e suasRelações Perigosas, a preocupação com os rituais de toucador e toilete, o vestir e o despir, tudo aparece como longa manus da sensualidade e, de certo modo, do próprio sexo. A moda, novamente, integra o discurso literário, não na esfera do mero fato social (como são os costumes, os valores e a ética de cada época), mas como pseudo-personagem que pode, ou não, articular importantes acontecimentos na vida dos homens.

E não seria esse o papel do sapatinho número 29, finamente ornado por mãos hábeis de artesão superior, que aparece na novela A Pata da Gazela, do nosso brasileiríssimo José de Alencar? O fetiche, então, é, mais que uma expectativa em torno do possível pezinho portador da jóia, um encantamento pela materialidade do sapato, pelo cheiro, pelas minúcias táteis do objeto. Como bom romântico, Alencar sanciona negativamente o fetichista, premiando o outro, seu oposto; aquele que transcendeu o desejo pela matéria, e guiou-se unicamente pelo amor. Curiosamente, porém, os pés tão idealizados pelo pulha materialistas são ofertados, ao final, ao cavalheiro apaixonado; com um detalhes importante: ofertados em chinelinhas de cetim branco, símbolo da delicadeza e da pureza do amor. Ou não.

Sinto que minha lauda tenha se esvaído nessas considerações pinçadas na memória, mas o que fazer? O impulso mais sensato seria retomar do zero e selecionar algo mais ordenado, preciso. Mas a história da Literatura, assim como, creio eu, a da Moda não são pontuadas por ordem, deixo como está, pois há alguma verdade na relação entre o caótico e o original.

França no Brasil

O ano da França no Brasil começa a movimentar o país neste começo de ano. O projeto, que tem início oficial no dia 21 de abril, vai agrupar um sem número de exposições, eventos, shows e seminários sobre a cultura francesa. E claro, a moda não está de fora.

Um dos momentos mais esperados é a expo Yves Saint Laurenta viagem extraordinária, montada pela primeira vez em 2006 em comemoração aos 70 anos do estilista, falecido no ano passado. Na coletânea, fotos, vídeos e desenhos de YSL, mais objetos pessoais, fazem companhia a 40 roupas originais do baú da marca. A expo passa por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo entre maio e julho

No mesmo período, o MAC de Niterói deve receber uma retrospectiva de Thierry Mugler. Outro estilista que será homenageado é Christian Lacroix, com uma exposição sobre figurinos para óperas e peças de teatro.

A moda francesa também é uma atração especial do SPFW de verão 2010, que acontece no meio do ano. O projeto Passion deve estudar a influência dos franceses sobre a criação da moda brasileira, mas ainda é guardado a sete chaves.

Fonte: Chic

Filosofia da Moda?

Talvez um dos problemas dos filósofos em dissertar sobre Moda seja o fato de o pensamento ser sempre colhido primeiramente pela vastidão da Arte, senão pela complexidade da Estética.

Kant, que seguia a moda de sua época, dizia que “é melhor ser louco na moda do que fora dela” 1; ainda que condenasse o sacrifício da utilidade e do dever em favor da vaidade.

Contudo, ao dizermos “moda” e antes de pensarmos em roupa é importante, à maneira dos filósofos, examinarmos o que ela expressa.

Moda vem do francês mode que vem do latim modus que significa maneira, modo, justa medida. Seguindo sua etimologia: um padrão.

Por volta do final do séc. XVIII o próprio movimento cultural europeu apropriou-se do termo, o qual se fixou fortemente à indumentária.

Por certo, o significado é um tanto amplo e vale a pena considerá-lo, em especial, como uma maneira individual de viver, de agir e de pensar, como expressou Rousseau: “Mestre de mim mesmo, eu o podia viver à minha moda2. Mas, a Moda também busca a regra, a conformidade geral, o desejo de ser seguida para, a seguir, fenecer. E aqui podemos enquadrar  filosofia, arte, direito, engenharia, enfim tudo onde o ser humano põe o pensamento.

O alheio ao ser humano, ou seja, a Natureza é onde mora a estabilidade, noção fundamental como veremos, que impulsiona a Moda seja qual for.

Isto posto, vemos a Moda como é um movimento conceitual do sujeito para o objeto; do pensamento para a vida real. Não como imposição subjetiva, muito menos como lei estética natural, mas como correlação, ou seja, o pensamento admite tanto a si quanto o mundo de todos e, cria a partir disto.

O particular ambicionando o geral; o geral ansiando pelo particular… O sucesso, quando você o pensa, não trilha desta forma? Isto é dialética!

No entanto, cada proposta tem a sua peculiaridade, no caso da vestimenta, esta possui, para lá da utilidade, o mesmo caráter da linguagem: a procura constante por refinamento e novos significados.

Tanto na linguagem quanto no vestuário busca-se expressão, adequação e sentido, face à realidade que muda. Realidade humana, bem entendido, pois a natural nos dá, quando muito, as quatro estações; para a graça dos que delas vivem. E a Moda é o caso.

Mas, as estações são o pano de fundo, pois se repetem; o conceito é nosso.

Nós o exigimos e buscamos deliberadamente, sempre novo, inusitado, nos confirmando no mundo, para o mundo… Por quê?! Para que?!

Numa palavra: identidade. E para discutir isto, de modo brevíssimo neste contexto, a filosofia ajuda menos que o mito, ou a religião. No Gênesis, Adão e Eva, assim que tiveram conhecimento do bem, do mal e de si próprios trataram de cobrir-se3. Na Odisséia, quando Ulisses desembarca na ilha de Ea, seus homens, por meio do esquecimento, são facilmente transformados em animais pela feiticeira Circe. Finalmente o titã Prometeu rouba o fogo (ciência) a Zeus e o dá aos homens, para que ascendam acima dos animais. 
Estas antigas evidências de nossa autoconsciência apontam razão e individualidade como forças que nos impedem de cair num vazio estagnante, que não nos é próprio e do qual sentimos um medo mudo.

Quando tenho oportunidade de escolher o que vestir minha escolha é minha memória; minha intenção é minha razão, e o resultado sou eu. Quando não há escolha eu crio e o resultado sou Eu. Há muito conforto em saber quem somos, ou pelo menos sentir que o sabemos. De fato, precisamos disto, pois convivemos em sociedade onde somos “lidos” e interpretados pelo outro, numa comunicação dupla: portadora do fenômeno (na experiência estética, na sensação) e do o númeno (na intelecção, na apreensão do significado).

A filosofia do Sujeito desde o cógito (penso, logo Sou) de Descartes, passando, entre outros, por Freud e Heidegger não fez outra coisa senão falar deste “abrigo”, onde descansamos e nos identificamos entre si.

A Moda não é senão a expressão adequada daquilo que somos, na Ordem que encontramos: “eu sou para mim mesmo, sendo no mundo”4 .

1 Antropologie in pragmatischer Hinsicht, I § 71 de 1798. (in N Abbagnano)

2 “Mâitre chez moi, j´y pouvais vivre à ma mode”.(in P Robert)

3. Gênesis, III-7.

4. Merleau-Ponty, ver Fenomenologia da Percepção, p.461.

Bibliografia

Dictionnaire de la langue française, Le Petit Robert- Ed Le Robert-Paris 2004.

Dicionário de Filosofia, Nicola Abbagnano – Ed Martins Fontes 2007.

Fenomenologia da Percepção – Ed Martins Fontes 1996.

O Sexo e as roupas – A Evolução d traje moderno. Por Anne Hollander, Ed Rocco – Rio de Janeiro 1996.

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