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Jardinagem Hermès

A Maison francesa Hermès, famosa por suas bolsas maravilhosas e tantos outros acessórios divinos, saiu novamente na frente do quesito “inovação”, criando um kit super fashion com acessórios de jardinagem e com alta qualidade.

 O kit recebeu o nome de “Quadrille Jardin”, onde as ferramentas foram feitas de ferro antiferrugem e com cabo de madeira Rosewood. Eles são divididos em três peças: uma espátula, uma pá e um garfo de jardim, cheios de muitos detalhes estilosos.

 As peças luxuosas, já estão disponíveis nas lojas da grife e custa (o kit), US$345 e, o cliente que o adquirir, leva junto belas luvas floridas, que dão um charme todo especial no uso dos acessórios.

 Mais informações, no site www.hermes.com

Ferragamo em casa

A marca italiana Salvatore Ferragamo, conhecida por seus ternos sedutores, suas bolsas magníficas, seus sapatos cheios de fetiche e belos looks, investiu pela primeira vez no ramo de perfumaria lançando a coleção: “Tuscan Soul Lifestyle Home Collection”.

Lançada no dia 1º de setembro, as criações foram feitas especialmente para as casas e seus diversos ambientes. Seu aroma é inspirado no famoso perfume “Tuscan Soul”, da marca.

Seu lifestyle é composto de saches perfumados para gavetas e armários, velas feitas à mão de até 1 kg e desodorizadores de ar.

Para os interessados os produtos podem ser comprados nas lojas Neiman Marcus, nos Estados Unidos e nas butiques da marca Ferragamo.

Mais informações no site: www.salvatoreferragamo.it

 

Ecologia de luxo

*Daniela Setti

A preocupação com o meio ambiente e o futuro do planeta finalmente chegou ao mercado de luxo. A consciência ecológica atingiu os consumidores mais exigentes e com maior poder econômico que desejam salvar o planeta sem abrir mão do conforto e, se possível de algumas extravagâncias. Atualmente é fácil de encontrar desde carros mega equipados, passando por cosméticos até roupas e acessórios de marcas grifadas nacional e internacionalmente que possuem uma etiqueta “eco-friendly”. Os scuppies – do inglês Standing for Socially Conscious Upwardly Móbile Persons, ou em bom português Pessoa Socialmente Consciente e Antenada nas Novidades Tecnológicas – são os consumidores deste novo nicho que cresce cada vez mais e em maior velocidade em todo o mundo.

Esse movimento foi iniciado nos Estados Unidos e descende no movimento hippie, porém os scuppies amam a natureza, assim como amam tudo o que é proporcionado pelo dinheiro. Viajam de primeira classe para paraísos ecológicos e se hospedam em hotéis cinco estrelas desde que sejam sustentáveis e respeitem o planeta. Compram carros super potentes desde que movidos a combustível biológico. Carregam bolsas como as de Estella McCartney, estilista britânica, que só investe em matéria-prima vegetal e foi a pioneira nas campanhas de luxo pela salvação do planeta. Tudo isso pago com um cartão de crédito que converte parte de sua renda para algum projeto social direcionado ao verde. E, obviamente, levado em embalagens recicladas.

Aqui no Brasil a primeira marca de roupa a se preocupar com o ecologicamente correto e sustentável foi a Osklen, de Oskar Metsavaht que já há algumas coleções se preocupa com as matérias-primas empregadas em suas peças. Tanto que foi a pioneira na utilização de couro de peixe da Amazônia na produção de tênis e fibras de bambu nos tecidos de suas criações. Outra brasileira que começou a demonstrar sua preocupação com a preservação da fauna e da flora foi a carioca Animale que na última coleção de verão apresentou algumas peças confeccionadas com tecidos de fibras de bambu. Dentre os produtos de beleza ecológicos a marca que mais se destacou na última década foi a Natura, que há alguns anos desenvolve entre seusbest-sellers uma linha de cosméticos produzida com matéria-prima obtida por comunidades carentes da Amazônia, que além de não destruírem a floresta ajuda no crescimento da mentalidade “amiga da natureza” na população local.

Com esse movimento se desenvolvendo e atingindo a todos daqui a não muito tempo todos terão consciência que é sim possível viver com luxo e conforto sem destruir o planeta. E, desta forma forçando a todos os prestadores de serviço, do restaurante da esquina ao conglomerado de moda mais importante, a proporcionar a seus consumidores produtos “eco-friendly”.

* Daniela de Pauli é advogada e cursa Jornalismo. Desde pequena é apaixonada por moda. Morou em Londres e em Roma onde decidiu que seria jornalista de moda.

Moda e Esporte

*Ricardo Araujo

Antes de mais nada, vamos esclarecer as coisas. Entendo pouco de moda. Não me perguntem quem ou o que define astais tendências, ou por que as cores tais estão em alta, por que o comprimento das peças subiu ou baixou, ou ainda por que as modelos precisam ser tão esqueléticas e com aspecto doentio. Não sei. Do lado visível da moda, do glamour, das capas de revistas especializadas, o máximo que eu sei aprendi vendo Meryl Streep em O Diabo Veste Prada, o que convenhamos, não me credencia para opinar a sério sobre o assunto.

Mas, já que fui convidado pela minha amiga Carla, resolvi escrever sobre a relação entre a moda e o esporte, principalmente pelo lado business, foco do meu interesse.

Pouca coisa nos últimos anos está mais na moda do que o esporte. Dos tempos de quase monopolização do futebol, vivemos hoje uma explosão de rostos fashion de esportes variados, e que lideram inúmeras campanhas publicitárias de grandes marcas globais. O esporte tornou-se uma poderosa ferramenta de vendas, e a maioria das grandes corporações anseiam em associar sua marca a algum esporte, através de seus ídolos. Decompondo um ainda impreciso PIB esportivo (que nos EUA estima-se em torno de 4% do PIB total), a chamada “sport wear” responde por estimados 15% desse total. É muito dinheiro. Se levarmos em conta a imensa quantidade de profissionais envolvidos nessa atividade, fica fácil percebermos a importância desse business dentro do contexto atual.  Mas essa é a face mais visível da relação moda e esporte.

A face menos visível, mas não menos importante, é o fato da indústria da moda utilizar o esporte cada vez mais como mola propulsora para pesquisas e criação de tecnologia de ponta. A disputa entre as gigantes da moda esportiva tem permitido investimentos significativos, seja nas áreas de pesquisa de novos tecidos, cada vez mais leves e confortáveis, em calçados high tech, ou no design de roupas e acessórios. Há poucos dias atrás estive presente a uma apresentação do novo e revolucionário traje de natação responsável pela quebra de dezenas de recordes mundiais nos últimos meses. Um verdadeiro primor de tecnologia, que exigiu investimentos de milhões de dólares da empresa que o fabrica. Incrível como hoje em dia cada esporte possui sua linha específica de calçados, roupas e acessórios, que levam em conta as características de cada um deles, e consomem meses em pesquisa e produção. Foi-se o tempo em que um tênis era apenas um tênis.

Assim como as grandes montadoras utilizam-se da Fórmula 1 para testar e pesquisar equipamentos vitais no desenvolvimento da industria automobilística, a industria da moda vem se utilizando cada vez mais do esporte para a criação de novos materiais que serão utilizados não só no esporte, mas em produtos que estarão disponíveis para o nosso uso diário.

Nós consumidores agradecemos.

Brasil lidera ranking de comércio de roupas em emergentes

Um estudo da empresa de consultoria internacional A. T. Kearney aponta o Brasil como o mercado emergente mais atraente para varejistas pelo segundo ano consecutivo. De acordo com a consultoria, o Brasil lidera o ranking à frente de Romênia e China. O índice de vestuário da A. T. Kearney analisa o crescimento de mercado e indicadores de consumo para 30 países emergentes.

O levantamento é elaborado a partir de indicadores de mercado para setor como o total de vendas e importações de roupas, população total, população jovem e a presença de varejistas internacionais do setor de vestuário no país analisado.

“Além dos fortes indicadores de mercado para vestuário, o Brasil está em uma posição econômica forte comparada com o resto da região”, afirma Hana Bem-Shabat, uma das autoras do estudo.

“Um pacote econômico proativo do governo e taxas de inflação mais baixas vão aumentar os gastos do consumidor (no setor)”, acrescenta.

Compras per capita

O estudo afirma que o Brasil lidera o ranking de vestuário pelo segundo ano consecutivo por uma série de motivos. Entre eles está o grande total de vendas de roupas, ultrapassado apenas pela China, e a venda anual de roupas per capita, que lidera o índice com US$ 490 ( mais de R$ 950 por ano).

“Os brasileiros não apenas compram muitas peças de vestuário (por ano), mas o crescimento da taxa de consumo nos últimos cinco anos, a mais de 20%, é incrível”, afirma o relatório.

O levantamento diz que brasileiros “adoram comprar e são extremamente antenados em moda”, mas aponta fatores que ainda precisam melhorar no mercado brasileiro.

“a população jovem do Brasil é também um grande fator, com mais de 60% da população abaixo dos 39 anos”, diz a consultoria. “Tendências geralmente são determinadas pelas celebridades locais e varejistas multinacionais ainda lutam para capitalizar em cima destas modas locais”.

“Portanto, é imperativo desenvolver um conhecimento maior do mercado local, para capturar o mercado de vestuários no brasil”, acrescenta o relatório.

Oportunidades

O ranking de vestuário da A. T. kearney coloca a Romênia em segundo lugar entre os emergentes. A China aparece em terceiro , a Índia, em quarto, e a Argentina, em quinto lugar.

Na sexta colocação está a Ucrânia, seguida pelo Chile. A Rússia ocupa o sétimo posto no ranking do vestuário, seguia pela Arábia Saudita. A Turquia está na décima colocação.

De acordo com o relatório, o setor de vestuário apresenta oportunidades para varejistas internacionais em mercados emergentes.

“Os líderes atuais (do setor), a maioria pequenas redes locais que estão se modernizando, tiveram um forte crescimento nos últimos anos devido ao aumento na rena disponível e no crédito ao consumidor”, afirma o estudo.

Segundo a consultoria, muitas marcas de luxo entraram no mercado brasileiro nos últimos anos, como Marc Jacobs e Furla. “Prevemos que outras grandes marcas globais de massa entrem nos próximos anos”, conclui o relatório.

Fonte: BBC Brasil

ABIT apresenta curso para projetos de inovação tecnológica

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) e o Sindicato da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo (Sinditêxtil-SP) receberão em sua sede, no dia 26 de maio, o curso Projetos de Inovação Tecnológica (PIT), realizado pela Agência Brasileira para o Desenvolvimento Industrial (ABDI) e organizado e produzido pela Pró Inovação Tecnológica na Indústria (Protec). O PIT é uma iniciativa da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo federal.

O objetivo do curso é apresentar estratégias, métodos e ferramentas para o desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica de acordo com os critérios de análise e seleção das instituições ofertantes de recursos. O evento visa atingir a empresários, engenheiros, coordenadores de projetos de desenvolvimento tecnológico e profissionais em atividades técnicas e gerenciais. O instrutor da palestra será o Engº Mestre Joel Weisz, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e diretor da Consultoria de Empreendimentos (Cognética).

Serão tratados temas como conceitos, estratégias e formulação de projetos (Tecnologia e Inovação e Processos de Inovação), projetos de inovação tecnológica (O que é, planejamento e formulação, objetivo e justificativa, escopo e metodologia, cronograma e orçamento, fontes de recursos para projetos), desenvolvimento de projeto e avaliação de projeto.

O evento recebe o apoio da ABIT, Sinditêxtil-SP, Rede de Entidade Tecnológica Setorial (RETS) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

Serviço:

Curso Projetos de Inovação Tecnológica

Local: Auditório ABIT/ Sinditêxtil-SP – Rua Marquês de Itu, 968 – Higienópolis – São Paulo
Data: Dia 26 de maio de 2009 Horário: das 13h às 19h

Fonte: ABIT

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