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Renda-se! Aprenda a diferenciar os principais tipos rendas

rendeiras

Resistindo ao tempo e as milhares de novidades que são lançadas a cada temporada a renda é um daqueles casos clássicos que nunca sai da moda. O que é elaborado com pequenas aberturas na superfície e desenhos decorativos produzidos manual ou tecnologicamente teve seus primeiros registros ainda na época dos faraós, que usavam um pano de linho decorado com fios coloridos e trabalhados em desenhos geométricos. A partir de então a renda se estendeu entre os gregos, italianos, franceses e através de comércio com a China.

Seus tipos mais comuns são a renda de bilros e a renda de agulha. A primeira é produzida por meio do manuseio de inúmeros fios, cada um atado a um bilro; ela é normalmente manipulada com o apoio de uma almofada. Já a segunda é confeccionada dando-se laçadas com o fio (estando uma extremidade presa a uma agulha e outra presa a uma base) em pontos simples ou complexos, o que resulta num padrão ou desenho preestabelecido.

Nos séculos XVIII e XIX, os centros de produção de rendas de bilros eram Chantilly e Valencienses, cada um com desenhos próprios. Alençon, Argentan e Veneza são centros associados à renda de agulha. De início, o uso das rendas restringia-se aos mantos do clero e da realeza.

Antes do século XIX ela costumava ser produzida em fios de linho, mas o algodão tornou-se mais comum. A renda feita à máquina surgiu no final do século XVIII, embora não fosse patenteada até meados do século XIX. A popularidade da renda caiu no final do século XIX e início do século XX. Desde essa época, raramente é usada e ficou associada à confecção de lingeries.

A renda nunca desapareceu por completo da moda, pois nos vestidos de noivas e debutantes ela sempre aparece. O alta-costura francesa também não dispensa o uso de uma bela renda.

No Brasil a renda desembarcou junto com a família real portuguesa. As primeiras rendeiras surgiram na região nordeste do país. Elas elaboravam tramas confeccionadas com linho e aos poucos este ofício, transmitido de mães para filhas, passou a ser exercitado com matérias-primas como algodão, seda, viscose, náilon e elastano. Este procedimento transformou a renda em um material de menor custo e, por isso mesmo, menos elitista.  E desde então suas aplicações foram crescendo e foram ganhando espaço fixo na moda. Confira na galeria alguns tipos de renda:

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