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Padrões de beleza: A sombra que cerca a estética

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Na última semana a jornalista Fernanda Gentil teve seu nome ligado aos estereótipos de de perfeição absurdos que a mídia ajuda a impregnar na cabeça de algumas pessoas. Bom para o nosso alivio, todos ficaram indignados com o assunto então resolvemos abordar um pouquinho essa questão de padrão de beleza.

Segundo o dicionário “Beleza” é aquilo que tem harmonia nas proporções. E usamos o termo para definir tudo aquilo que nos agrada visualmente, desejando ou não.

Mas a maneira como interpretamos a beleza no dia a dia pode ser muito estimada, os padrões de beleza que são idealizados são quase que inatingíveis e mutáveis de acordo com a época em que vivemos. E engana-se quem pensa que esses padrões são simplificados, muito pelo contrário, com o avanço da tecnologia e da ciência foi se tornando possível ter o cabelo ou tamanho de busto que se deseja, logo o padrão de beleza irá exigir outras peculiaridades restringindo a qualidade para 0,5% da população, o que leva muitas pessoas a cometer grandes exageros em busca de uma forma irreal.

No século XVI os critérios de beleza traziam características muito rígidas: O comprimento do nariz devia ser igual ao dos lábios, a soma das duas orelhas devia ocupar a mesmo espaço que a da boca aberta, a altura do corpo devia ser igual a oito vezes a da cabeça (quem já teve aula de desenho de moda, certamente já ouviu essa história) e a mulher ainda devia ser magra e ter a cintura fina.

Fernanda foi criticada por ter celulite, mas eis que cerca de 90% da mulheres de todo o mundo também possuem. E mesmo todo mundo sabendo que ela ligada a fatores hormonais, que não existe um tratamento 100% eficaz, e que todo mundo ou tem ou vai ter ainda existe gente que insiste em fazer criticas há uma coisa tão comum como se fosse um absurdo ter uma celulite.

E talvez mesmo os padrões de beleza antigos também tivessem seus exageros extremos eles já sabiam que era normal uma celulitizinha, afinal nos séculos passados o belo era justamente exibir saliências. Barriguinhas proeminentes e bumbuns roliços dataram a época. E foi só com a  chegada do século XX que o peso excessivo deixou de representar prosperidade e com a chegada das atrizes de Hollywood o padrão de beleza feminino passou a ser o de uma mulher fatal.

E com a entrada do século XXI e a internacionalização dos padrões e ideais de beleza as mulheres se veem em clinicas de estéticas para conseguir desmedidamente um corpo magro, longilíneo e retardar os efeitos do envelhecimento natural. O que faz necessário repensarmos até onde as pessoas serão capazes de ir para perseguir um “padrão” que se mostra impalpável.

O escritor Umberto Eco mostrou em seu livro “História da beleza” que o belo não é um dado absoluto, mas um juízo inconstante, variável geográfico, histórico e cultural, Eco propõe passar em revista os critérios adotados para definir o belo ao longo da história da arte no Ocidente, da Antiguidade Clássica grega à sociedade do consumo do final do século XX.

Uma pesquisa realizada por uma marca de cosméticos analisou o comportamento de 3 mil inglesas e concluindo que as mulheres gastam cerca de 3 anos de suas vidas cuidando da aparência. Apenas com rituais básicos como se maquiar, arrumar os cabelos, cuidar da pele e etc., sem levar em consideração o tempo de processos maiores como o caso das cirurgias, cada vez mais utilizada de forma desmedida.

E mesmo todo mundo sabendo que os estereótipos perfeitos em que acreditamos são utópicos essa busca ainda gera infelicidade para quem está distante de alcança-lo. Como vimos acima, os padrões de beleza existem desde de sempre e só irão mudando conforme o tempo, mas sem nunca deixar de existir, mas é importante termos consciência do que é saudável e possível para o nosso corpo sem exageros.

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