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Josephine Baker: A Vênus negra que conquistou o mundo

josephine-baker

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Conhecida pela sua extravagância, sensualidade e ousadia a dançarina, cantora e atriz negra norte-americana, naturalizada francesa Josephine Baker, que conquistou Paris durante os anos 1920 deixando homens e mulheres encantados pela sua beleza e talento, completaria hoje 108 anos.
Seu nome de batismo era Frida Josephine McDonald, filha da lavadeira Carrie McDonald, a “Vênus Negra” teve uma infância pobre, no sul dos Estados Unidos, em Saint Louis, onde dançava nas ruas para ganhar alguns trocados. Assim como a mãe e a irmã, trabalhou como lavadeira até que conseguiu um emprego de camareira de Clara Smith onde teve a oportunidade de substituir uma corista. Aos 15 anos Josephine se casou com William Howard Baker de quem ganhou herdou o sobrenome. O casamento não durou muito, pois Josephine saiu de St. Louis dois anos mais tarde, devido à grande discriminação racial que havia na cidade.
Em 1925 estreou em Paris, no Théâtre des Champs-Élysées, fazendo imediato sucesso com sua dança erótica onde aparecia praticamente nua no palco.
Desbocada e sexy, tornou-se estrela no ano seguinte, no Folies Bergères e no Cassino de Paris, conquistando a fama logo em seguida. Sua primeira performance foi a famosa dança da banana, em que se apresentava vestida somente com uma tanga feita com as frutas. Ela rapidamente tornou-se a favorita da França. Ficou casada algum tempo com Pepito di Abatino.
Após uma turnê na América do Sul em 1929 ela conheceu o brilhante arquiteto Le Corbusier em um navio. Segundo a biografia escrita por Phyllis Rose, os dois talvez tenham sido amantes. É possível, porque o que não faltaram na vida de Josephine foram maridos e amantes. Além de Baker e Abatino, casou-se com Jean Lion, Joe Bouillon e Robert Brady. A lista de admiradores incluía Georges Simenon, Pablo Picasso, Alexander Calder, E. E. Cummings entre outros.
A participação de Josephine na Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial e sua luta contra o racismo lhe valeu as duas mais altas condecorações da França, a Cruz de Guerra e a Legião de Honra.
Josephine Baker foi a primeira afro-americana a desempenhar o principal papel numa grande produção cinematográfica, a primeira a apresentar-se perante uma platéia de brancos e negros numa sala de concertos americana (Josephine recusou-se a se apresentar para platéias segregadas nos Estados Unidos), a primeira artista negra de teatro de variedades a se tornar mundialmente famosa. E teve uma grande contribuição ao Movimento pelos Direitos Civis, nos Estados Unidos, tanto que Coretta Scott King lhe ofereceu a liderança do movimento em 1968, após o assassinato de Martin Luther King Jr., mas ela recusou porque seus filhos eram muito pequenos na época.
Além de sua luta o estilo de interpretação de Josephine Baker também se tornou muito notório. Diana Ross, uma grande admiradora, apresentou-se com figurinos semelhantes aos dela, criados por Bob Mackie, e imitou suas poses em muitas fotos para as quais pousou. Whitney Houston homenageia Josephine em I´m Your Baby Tonight, vídeo musical, onde se retrata o Renascimento do Harlem. O saiote de bananas de Josephine, sobretudo, aparece em muitas mídias. Uma dançarina usou um deles no vídeo Baby Got Back (1991) e a cantora Beyoncé Knowles também se apresentou com um desses saiotes, no Fashion Rocks (CBS, 2006). Durante sua apresentação, imagens de Josephine Baker eram projetadas numa ampla tela, acima do palco.

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