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O Que Vi Da Vida com: José Gayegos

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Hoje é um dia muito especial para nossa equipe, pois estamos comemorando o aniversário do nosso parceiro querido e ilustre: José Gayegos. Formado na ESMOD de Paris, Gayegos foi assistente de Dener, já trabalhou na Dior e com Ocimar Versolato para Valentino, foi coordenador do curso de moda do Senac SP por mais de 15 anos, é historiador de moda e atualmente apresenta o programa Rendas e Babados na All TV, além de prestar consultoria para o site Chic e ser parceiro do Closet Online. José Gayegos é daquelas pessoas que tem um nome tão forte que quando citado todos param para saber sua opinião, sempre muito bem embasada, diga-se de passagem!. E para prestar uma pequena homenagem resolvemos brincar com o quadro “O Que Vi Da Vida” apresentado no programa “Fantástico” perguntamos a esse mestre o que ele viu da vida. Confira a entrevista abaixo:

gaygosCarreira: Comecei em 1966 como assistente de Dener. Em 1968 abri meu próprio ateliê. 1969 primeiro desfile na FENiT. 1970 fiz os figurinos da primeira novela a falar sobre moda: “Pigmalião 70”, onde tive o prazer de vestir, entre outras, Tônia Carrero e Suzana Vieira. Insatisfeito e inquieto, recusei um convite da Rede Globo para continuar e fui estudar em Paris. Voltei dois anos depois e me dediquei totalmente à moda industrializada. Foi uma grande experiência, pois trabalhei para empresas que vendiam para as Lojas Marisa e outras como a Renner, Mappin e também para as que faziam grifes como Valentino e Dior. Em 1993 fui para o SENAC-SP onde permaneci como coordenador da área de moda. À partir de 1995, deixei meu trabalho como estilista e me dediquei totalmente ao ensino de moda até 2007. Meu maior prazer na carreira: Transmitir conhecimentos .

Mercado de moda nacional: A meu ver, evoluiu no marketing e decaiu na qualidade. Tentamos ser Paris ou Milão, acabamos sendo um pastiche deles.

Educação em moda: Até meados dos anos 1970, os estilistas saiam de casas de alta costura, aprendendo a profissão com mestres como Balenciaga, Jean Patou, Dior e tantos outros. Sabiam como fazer e construir uma roupa. Depois vieram escolas onde se aprende muito desenho e blablablá filosófico e pouco sobre modelagem, onde a verdadeira criação nasce. O resultado é que hoje todos ficam indo e vindo inspirando-se em décadas passadas e nada de novo acontece. Nenhum Courrèges, nenhum Cardin. A moda deixou de ser um produto do vestuário pra se tornar um produto do marketing. No Brasil o ensino de moda é inscipiente, dominado por panelinhas de educatecas que sabem falar e escrever, mas não sabem FAZER.

Cultura de moda: É ter repertório. É estudar sobre as origens, os persongens, a evolução técnica, a influência das mudanças sociais e de comportamento. É saber que, na maioria das vezes, o interno de uma roupa é mais importante que o visual, já que dele depende o aspecto, a forma e os movimentos dos tecidos.

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