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Trending Topics: Inès de la Fressange

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Além de ex-modelo, musa da Chanel, embaixadora da Roger Vivier, rosto da L’Oréal Paris e consultora de estilo da Schiaparelli, Inès de la Fressange acaba de ganhar mais um mister para adicionar ao seu currículo: designer de coleção fast-fashion. E é por isso que ela foi tão citada no noticiário de moda nos últimos dias e, hoje, selecionada para os Trending Topics, aqui, no Closet Online.

A linha é de uma parceria com a rede japonesa Uniqlo e tem lançamento previsto para novembro.

Abaixo, uma matéria completa sobre Inès.

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Inès de la Fressange, a nova colaboradora da Uniqlo e alvo do nosso TTs da semana ©Reprodução

 Biografia

Nascida Inès Marie Lætitia Églantine Isabelle de Seignard de la Fressange, no dia 11 de agosto de 1957, em Gassin, no sul da França, nossa escolhida para esse TTs é herdeira da fortuna da consultora financeira global Lazard, por ser neta de Suzanne Lazard. Filha do Marquês de la Fressange, André de Seignard, e da ex-modelo argentina Cecilia Sánchez Cirez, cresceu, portanto, em berço de ouro, assim como Emmanuel de Seignard de la Fressange e Yvan de Seignard de la Fressange, seus irmãos.

Dona de um corpo esbelto de 1,80 m e pesando 50 kg, na década de 1970, Inès, após ter se formado em Paris, na École du Louvre, despontou-se como modelo – a primeira, inclusive, a assinar contrato de exclusividade com a Chanel, a pedido de Karl Lagerfeld. A moça fez capa da Elle, aos 17 anos, desfilou para o estilista Thierry Mugler, logo em seguida, e, a partir da parceria com o kaiser, nos anos 80, não parou de receber convites de novos trabalhos, e, por sua personalidade e atitude, começou a ser reconhecida como “a manequim que fala”.

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Karl Lagerfeld vestindo sua musa, na década de 1980 ©Reprodução

Mais recentemente, ela aceitou posar seminua para a capa da revista Madame Figaro e, em 1989, serviu de modelo de busto para a estátua de Marianne, o símbolo eterno da República Francesa, que aparece em selos postais e prédios municipais – na época, seu contrato com a Chanel foi anulado por Karl, que achou vulgar ter que vestir um monumento que personificava “tudo o que é chato, burguês, e provincial”.

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Inès ao lado das estátuas de Marianne, para as quais serviu de modelo ©Reprodução

Apesar dos atuais trabalhos, Inès deu um tempo na carreira de modelo em 1991 e decidiu dedicar-se à marca homônima que abriu em 1993, ano anterior ao nascimento de sua primeira filha, Nine Marie d’Urso, com o ex-executivo de ferrovia italiana Luigi d’Urso. Desse casamento, iniciado em junho de 1990, em Tarascon, mais uma menina veio a nascer – Violette Marie d’Urso, que, além de Nine, ganhara mais duas irmãs, do casamento do pai com Guendalina Levier, Clotilde d’Urso and India d’Urso –.

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Momento do casamento da senhora de la Fressange com Luigi d’Urso, em 1990 ©Reprodução

A Inès de la Fressange (marca) surdiu com uma boutique de prêt-à-porter na Avenue Montagne, por uma parceria com o Grupo Louis Vuitton. Vendia artigos de luxo, roupas, bem como perfumes e seu sucesso imediato rendeu cinco lojas nos Estados Unidos, quatro no Japão e mais três na França. Nessa época, a ex-modelo – e, agora, designer – traduzia, em suas produções, o próprio estilo e elegância. Em 1999, após uma discussão com um de seus sócios, ela perdeu a grife. Contudo, em 2002, ainda com força de vontade para o trabalho, assumiu a direção artística da marca de sapatos Roger Vivier e, no mesmo ano, lançou o livro Profession Mannequin, por oferecimento da revista Marie Claire.

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Autora no lançamento de seu Profession Mannequin, no Salon du Louvre ©Reprodução

A vida de Inès nem sempre foi um mar de rosas. Tornou-se trágica em 2006, quando seu marido morreu de um ataque cardíaco. Entretanto, agora, parece reestabelecida, com o executivo de mídia Denis Olivennes, seu novo parceiro – ou melhor, noivo, haja vista a própria achar que “‘parceiro’ soa como um negócio” –.

Em 2008, a francesa foi condecorada com a Legião de Honra, graças à sua forma e otimismo. Durante a Paris Fashion Week Primavera/Verão 2011, reinou absoluta na passarela da Chanel, no Grand Palais, provando que, mesmo diante de qualquer diferença com o designer da casa, ela é sua eterna garota.

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Reencontro de Inès de la Fressange com Karl Lagerfeld na passarela da Chanel, durante a Paris Fashion Week Primavera/Verão 2011 ©Reprodução

Em meados de 2011, estava focada no lançamento de seu novo título, La Parisienne. Em maio do ano corrente, nada menos de 14 anos após ter rompido a sociedade com François Louis-Vuitton, volta ao comando da sua marca. A notícia veio depois de ser anunciado que a grife Inès de la Fressange havia sido comprada por um grupo de investidores franceses representados por dois fundos: o também francês Calao Finance e o árabe The Luxury Fund.

Na nova organização, a empresária, além de chefiar a criação, cuida do relacionamento com a mídia e desenvolve área internacional, já que pretende se posicionar definitivamente no mercado de luxo e expandir para outros países. Para tanto, anunciou o WWD que, em novembro, ela dá o primeiro passo e lança uma coleção feminina de parceria com a varejista Uniqlo que vai incorporar o estilo parisiense que já se tornou sua marca registrada.

A Parisiense

À sua trajetória, Inès de la Fressange adiciona um guia de como se vestir, fazer compras, comer e agir como uma verdadeira parisiense, Le Parisienne. O best-seller, aportado no Brasil em dezembro passado, como A Parisiense, por meio da Editora Intrínseca, segue ainda tratando de decoração, com direito a dicas de onde comprar móveis e acessórios para casa. No final, um roteiro para quem planeja visitar Paris.

Abaixo, trechos do compêndio, em português.

Você não precisa nascer em Paris para ter o estilo da parisiense. Eu sou o melhor exemplo disso: nasci em Saint-Tropez! Ter um estilo “made in Paris” é mais um estado de espírito. Ser alternativa e nunca burguesa, por exemplo. A parisiense jamais cai na armadilha das tendências: ela respira o l’air des temps e as usa com critério, eis sua receita secreta! E sempre tem um objetivo: divertir-se com a moda. Ela segue algumas regras, mas adora transgredi-las também, faz parte do estilo. Os seis pontos a seguir têm o seu DNA. C’est facile!

Fuja dos conjuntos

Esqueça o total-look: é preciso mis-tu-rar! Saber mesclar estilos e marcas diferentes é essencial. Rimar chique com cheap conta 100 pontos no jogo “Vestindo-se à la Parisienne”. Usar uma it bag já bem antiga com um suéter de cashmere demonstra mais talento do que copiar literalmente os últimos looks dos desfiles. A parisiense tem o espírito livre: ela não compra uma blusa e uma saia combinando, na mesma loja. “Combinações possíveis” não é uma preocupação. A regra é simples: o chique é sobretudo não comprar conjuntos! Algo a aplicar sempre.

Vive la Rive Gauche!

A parisiense da margem esquerda do Sena tem um estilo “tipo exportação” e marca muito bem esse diferencial. Ela passeia em Saint-Germain-des-Prés e foge de tudo que é exagerado e chamativo. Não ter cara de perua é a ideia. Detesta brilhos e etiquetas. Uma parisiense não está à cata de um marido milionário. Ela não vai gastar muito para deixar uma etiqueta à mostra. Quer ficar elegante, e exige qualidade. Seu luxo? Uma marca que garanta o bom gosto sem ostentar o preço.

Ela brinca de procurar

A parisiense adora descobrir novas grifes. Principalmente se forem criativas e acessíveis. Ela fica mais orgulhosa com uma descoberta no supermercado da esquina (sério, há peças ótimas no Monoprix!) do que por ser a primeira a possuir o último modelo de it bag, carérrimo, sobretudo se é vendido em lista de espera (que vulgar!). Seu guarda-roupa é habilmente composto de “coisas baratinhas”, de roupas compradas em viagens e de algumas peças luxuosas. Assim, quando usa um jeans, nunca sabemos se é Gap, Notify, H&M ou Hermès! Ela não faz o gênero de torrar todo o seu salário num must-have. Primeiro porque não tem dinheiro, e depois porque considera que tem tanto talento quanto uma estilista: por que pagar caro por uma produção que ela mesma poderia ter imaginado? A parisiense tem essa arrogância de pensar que nunca estará fora de moda. Ela não liga para a moda. Embora sempre use um pequeno detalhe provando que domina as tendências. É aí que está seu charme.

Use o que lhe cai bem

Você nunca vai ouvir uma parisiense se queixar de que a saia está muito curta, o vestido muito apertado e os sapatos muito altos. Todas as garotas que entendem de estilo chegam à mesma conclusão: “O segredo de um bom estilo é sentir-se bem dentro da roupa.” Elas conhecem o próprio corpo, sabem o que lhes fica bem e o que combina com o seu modo de vida. Se você não se sente à vontade com um suéter muito decotado, saltos vertiginosos ou calças justas demais, vá mudar de roupa!

Ela não tem ídolos

A parisiense não tem ídolos. Ela já é um ícone da moda. Mas, no íntimo, admira Jane Birkin e Charlotte Gainsbourg, que conseguem ter sempre um ar descolado e cobiçado (suéter de cashmere cinza + jeans+ tênis All Star ou botas vintage). E acha o máximo o visual de uma amiga que tem um estilo todo pessoal e consegue conservá-lo estando sempre moderna e chegando a uma certain âge com sabedoria. Seu ídolo na moda pode não ser uma figura conhecida do público. Quanto mais desconhecida, maior a chance de lhe agradar. Como os estilistas, ela se inspira na moda da rua.

Ela desconfia do bom gosto

Quem ousaria pensar que o azul-marinho e o preto fosse uma combinação perfeita? Antes de Yves Saint Laurent, ninguém. Hoje, esta dupla destoante faz bonito em noites elegantes. É preciso saber tomar liberdades com as afirmações categóricas da moda. Algumas regras foram feitas para ser quebradas. Inclusive as deste guia, claro! Você gosta de vestidos laranja com sapatos amarelos? Vá em frente, vai chegar um dia em que vão querer copiá-la! A moda evolui sempre e por isso ela é interessante. Chegará o dia em que a parisiense irá decretar que minishorts com casaco de leopardo e sapatilhas tacheadas são o que há de melhor. Prepare-se!

Personal stylist

Quem nunca se sentiu tentada por um vestido todo de paetês ou uma anágua com mil babados? Não é fácil resistir ao canto da sereia da moda. No entanto, toda parisiense aprende uma lição: se não se deixar inebriar pela abundância de opções, irá manter seu armário livre das peças que jamais irá usar.

Como não se tornar vítima da moda?

Antes, refletir

Sempre se pergunte: “Se eu comprar essa roupa, será que vou ter vontade de vesti-la hoje à noite?” Se a resposta for “não”, “vou vestir em casa”, ou ainda “nunca se sabe, pode ser que numa festa”, é melhor se mandar rapidinho da loja.

Escutar as vendedoras

Tudo bem, algumas delas estão apenas de olho na comissão, mas supostamente conhecem toda a coleção e saberão encontrar a peça que vai ficar bem em você… Em compensação, fuja daquela que lhe disser: “É a grande tendência da estação!” A parisiense detesta comprar o que todo mundo está usando. Ela é mais atenta ao que lhe fica bem do que à moda – que, aliás, finge ignorar (ver ponto seguinte).

Assimilar as tendências

Seguir as tendências é tudo o que a parisiense detesta, mas ela deve saber o que é in. O negócio é não entrar nas ondas de cabeça. Por exemplo, se estampa de pantera é o que mais vende, ela não vai se vestir no estilo “fugi do zoológico”. Uma carteira de estampa

animal basta para mostrar que ela é uma mulher de estilo, não uma Maria-vai-com-as-outras.

“Não comprar obras de arte”

Às vezes a gente compra uma roupa pensando: “É uma graça, é uma peça linda!” Adoramos aquilo, as cores vivas, os detalhes divertidos. Gostamos da peça em si, sem relacioná-la ao nosso estilo, à nossa silhueta. Ora, é preciso sempre imaginar como aquilo se integraria ao nosso guarda- -roupa. E não pensar que uma peça bem-apresentada na loja, com a luz perfeita, será sempre uma boa compra. Assim você evitará o mantô alaranjado vivo quando seus cabelos forem ruivos e a minissaia prateada com babados quando as suas coxas não se prestam exatamente a isso. Conhecer os limites da moda é uma arte!

Dividir seu orçamento em dois

De um lado, os básicos de qualidade, de outro, as paixões que tornam o guarda-roupa alegre (um cinto, uma bolsa, bijuterias). Mesmo com um orçamento médio, há mil maneiras de compor um visual simpático. Afinal, não precisamos de muita coisa. É melhor ter poucos suéteres, paletós, mantôs, mas de boa qualidade. Não se deve visar à quantidade. É preciso saber eliminar. A mentalidade “isso eu guardo para quando for pintar a casa” também não funciona! É preciso se desfazer do que não é essencial. Há várias instituições para isso, e muitas pessoas desfavorecidas. Uma coisa é certa: a melhor forma de começar bem o dia é abrir um armário com poucas peças, mas bem-organizado.

Descombine!

“Nada de usar tudo combinadinho!” é o grito de guerra da parisiense. Descombinar e não ser elementar é seu esporte preferido. Acrescentar dois ou três detalhes um pouquinho absurdos pode transformar uma produção, dando-lhe um ar ligeiramente maluco. É claro que misturar às vezes é arriscado. Um erro fashion pode acontecer, mas a parisiense sempre dá um jeito de transformar sua gafe em estilo. Ela também sabe que seguir regras de elegância com rigor não é uma boa ideia. Resista sempre ao estilo “moça arrumadinha”. Veja minhas dez melhores ideias – da menos arriscada à mais ousada – para descombinar o seu visual à la Parisienne.

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Estilo sem esforço

Às vezes é preciso pouco para se conseguir um verdadeiro estilo. Em inglês, chama-se isso de “effortless style”. Pré-requisito? Ter autoconfiança… e sorrir (tudo sempre fica melhor quando sorrimos)! Evidentemente, algumas dicas ajudam a ter estilo sem esforço… ou quase. Eis aqui 16 das minhas:

Jogar um sueterzinho de lã sobre o vestido de baile. Não há nada mais kitsch que estolas – please, sobretudo nada de estolas, nem as estrelas de Hollywood as usam mais

nos tapetes vermelhos. Ou mesmo que os bolerinhos. Um vestido de paetê e um suéter de cashmere, isso é Paris!

Ir à H&M, mas comprar na seção masculina.

Misturar alta-costura e street culture: calça preta de alfaiataria impecável com camiseta de algodão fino (as mais jovens podem tentar o estampado). Para um visual chique e descontraído, é aposta certa!

Usar parca sobre um vestidinho de musselina.

Superpor duas echarpes. Funciona também com duas camisetas e mesmo dois cintos. Peças mais básicas usadas assim ganham importância.

Um maxiacessório sobre uma silhueta simplíssima. A parisiense sempre admirou Jackie Kennedy em seu período Onassis: calça branca, camiseta preta, sandálias… e enormes óculos escuros. É chique, é eficaz… dá para copiar imediatamente!

Casar seu jeans surrado com blusa de seda. Como calça de alfaiataria e camiseta, a mistura dá imediatamente consistência ao visual. Todo o restante deve permanecer ultrassóbrio. É preciso passar a ideia de que o elemento de luxo – a blusa de seda – foi incluído por acaso. Ter feito esforço visivelmente não é nada legal: todo mundo sabe que a parisiense compra um caminhão de revistas para ficar na moda, mas não quer que isso esteja na cara! (Ela até seria capaz de ir comprar este guia dizendo que é para dar de presente.)

Se estiver cansada das suas roupas, tingi-las de azul-marinho lhes dará vida nova (salvo se já forem azul-marinho, óbvio!).

Mandar trazer da Índia kurtas de todas as cores. Vista-as por baixo de um cardigã com um colar de pérolas, num verdadeiro “étnico- -chique”.

Usar paletós de montaria de veludo preto extremamente justos. O mesmo vale para paletós “de trabalho”.

Garimpar foulards masculinos vintage e usá-los com tudo.

Tudo que vem de uma loja de departamentos usado com joias antigas funciona.

Não hesitar em usar a camisa de seu filho de 12 anos com um sutiã push-up e aparente.

Cintar tudo com um cinturão masculino grande usado muito longo e com o excesso preso em um nó.

Usar meias (três quartos) de cashmere de todas as cores (cáqui, framboesa, turquesa).

Arregaçar negligentemente as mangas da camisa de algodão sobre o suéter: é chique, fácil e informal.

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Ilustrações de Inès de la Fressange e a capa de “A Parisiense” ©Reprodução

Por Vitor Henrique

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