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Como acabar com o dia de uma modelo no SPFW

Driely

Driely(Drielly Oliveira e Barbara Cavazotti)

“Corre pra cá, menina! Vai começar a maquiagem. Olha pra cima… Isso. Não pisca, meu amor…” Os mortais que sonham com o glamour da semana de moda mais famosa do Brasil não contavam com o torpor, ao qual as tops são obrigadas a mergulhar.

Não dá para ter privilégios (quem disse que beleza ajuda?) e quem conta isso pra gente são os queridos André Kherwald, Lucas Mutinelli, Celso Carvalho, Carol Kauer, Barbara Cavazotti e Drielly Oliveira, durante corridinhas pelos bastidores – corridinhas mesmo! Descubra agora o que anda amarelando o sorriso dos modelos no São Paulo Fashion Week.

cover modelos(Carol Kauer, André Kherwald, Celso Carvalho e  Lucas Mutinelli)

Tudo começa nos castings: A fofinha acorda cansada, com fome e não tem direito, sequer, a chegar apresentável nas seletivas para os trabalhos. MAQUIAGEM NÃO PODE! A máscara de cílios é o escudo para o calor da sala de espera amontoada de gente bonita sofrendo quando o relógio insiste em não ajudar. “Os castings acabam sendo desorganizados porque as agências mandam muitos modelos no mesmo horário”, conta Carol, que completa que “os clientes acabam chegando atrasados” e a paciência vai para o brejo.

Cansando a beleza: E os rostinhos bonitos são selecionados para… sobreviver no backstage. Entre as puxadas bruscas nos cabelos e lápis ameaçadores correndo pela carne dos olhos, os modelos são obrigados a conviver com a tensão nos camarins. “O staff gritando nem se compara ao estresse da imprensa lotando o espaço ao terminar as pautas”, desabafa Lucas. “Eles não entendem que, não saindo, vão atrapalhar o nosso trabalho. Nós também ficamos cansados”.

Cruzamentos! “Essa é a pior hora para mim!” André Kherwald é categórico. “A loucura das trocas de camarim no final de cada desfile enlouquecem a nossa cabeça. Imagina três desfiles seguidos…” Os modelos precisam estar nos camarins do próximo desfile em questão de segundos e cortar a multidão e desgastante. Haja fôlego.

Pelados na passarela: Tirando a roupa no meio de todo mundo, os modelos não podem demonstrar a vergonha na hora de entrar com tudo no meio de todo mundo. “Não bastando a vergonha, a gente precisa enfrentar aquela luz ofuscando a visão”, Celso abre o verbo mesmo. Os modelos não podem “nem piscar os olhos para não sair feio nas fotos!” Tá pensando que é mole?

As muçulmanas do SPFW: Não estávamos no oriente médio mas Drielly e Barbara explicaram tudo. “A gente usa esses lenços em torno da cabeça para não mostrar a beleza do desfile, senão perde a graça”, explica Cavazotti. “Temos de usar toda vez que precisamos sair correndo para fazer xixi ou fumar. É um sufoco! Ninguém pode saber”, Oliveira tem a sua vez. O calor e o incômodo são evidentes, as modelos não têm tempo de nada. “Até que dá para comer lá dentro. O catering é da hora. Mas a gente evita porque nunca dá tempo de aliviar!” Entre risos, as duas se despediram rapidamente e sumiram pelos corredores. Ainda bem que eu não quis ser modelo!

Por Douglas Guerra

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