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Vivaz, Patrícia Motta e GIG encerram bateria de desfiles do Minas Trend

vivaz capa

Abrindo o último dia de desfiles – a feira de negócios continua até o final do dia de hoje -, a marca de moda festa Vivaz apresentou uma coleção que explorava a dualidade entre os mundos on e offline. Bem ao gosto da consumidora mineira, os vestidos desfilados eram guarnecidos com uma profusão de canutilhos muito bem bordados, prontos para chocar olhos desacostumados a tanto brilho junto em uma só peça – sem julgamentos nessa afirmação. Apesar de falar sobre realidade, algumas peças dessa coleção claramente comercial beiram o surreal com seus recortes transparentes ousadíssimos, com o par de fendas que prejudicou o caimento de alguns vestidos e com a cartela de cores que, na tentativa de balancear a cascata de penduricalhos bordados, pecou justamente pela falta de vivacidade. Ora, qual madrinha desejaria entrar na igreja vestindo um longo ocre? No mais, uma coleção bem executada.

A especialista em couros Patrícia Motta chamou sua xará Fernanda Motta para desfilar uma coleção bastante jovial e feminina. A estilista explorou a cinturinha de pilão bem marcada e acentuada por saias amplas numa tentativa de acertar no alvo de Christian Dior com sua silhueta New Look. A mira não foi lá muito precisa. Apesar dos formatos interessantes, havia excesso de informação nas produções. A saia de couro tingido brigava com a jaquetinha perfecto, disputando o título de melhor uso do couro de jacaré. As propostas de releitura de peças clássicas são muito interessantes à medida que aparecem remixadas com técnicas de beneficiamento de materiais, mas a intenção se turvou pelo excesso de informação.

O grande destaque da noite ficou por conta da GIG. Focada nos tricôs, a marca deu uma verdadeira aula de malharia na passarela. Os trabalhos em jacquard são preciosos e deram aos vestidos apresentados uma cara completamente diferente da que se está acostumado quando o assunto é tricô. Passando longe, muito longe mesmo, das obviedades da malharia, a GIG iludiu a todos, dando a impressão de que aqueles tubinhos de lã eram feitos, na verdade, de anarruga ou brocado de seda. Palmas pelo excelente emprego da tecnologia têxtil! Ficam também os cumprimentos à equipe da marca, que presenteou a imprensa com máscaras forradas de tricô desenvolvidas em parceria com a competentíssima chapeleira Berta Bismarker.

Os desfiles acabaram e deixaram no ar um misto de gosto de “quero mais” com uma sensação meio azeda de “foi só isso?”. O Minas Trend apresentou sobre as passarelas o trabalho de nomes fortes como Victor Dzenk, Rogério Lima e as três marcas citadas acima, mas deixou passar a genialidade de Mary Arantes com sua inigualável Mary Design, o brilhantismo de Luís Cláudio da Apartamento 03, o preciosismo vistoso de Cláudia Arbex… quem saiu perdendo foi o público, privado de assistir ao trabalho desses profissionais e o próprio Estado de Minas Gerais, que deixou passar uma oportunidade tão singular de exibir seus talentos para o País todo.

A cobertura do Closet On Line continua no instagram.

Por Augusto Paz

Fotos por: Agência Fotosite

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